18 julho 2006

A HISTÓRIA DO RATINHO

A HISTÓRIA DO RATINHO
 
 
           
            Um certo ratinho havia saído da sua toca. Sua mãe, a ratazana, se aproximou dele e disse:
 
            - Meu filho, eu sei que você já está na idade de sair da toca, mas eu quero te avisar que lá fora é perigoso e você precisa tomar cuidado com o nosso inimigo, tome muito cuidado quando sair da toca!!
 
            E o ratinho, então, saiu da toca para o seu primeiro passeio.
 
            O ratinho começou a passear e, de repente, ele vê um galo que, por sua vez, bate as asas e canta:
 
            - Co-có-ri-cóooooooo!!!
 
            O ratinho, apavorado, saiu correndo e voltou, rapidamente, para a toca. Ele abraça a sua mãe e, com o coração disparado, diz:
           
            - Mãe!! Mãe, que medo!!! Eu vi o nosso inimigo. Ele é pavoroso, horrível!!!
 
            A mãe pergunta:
 
            - Como ele era?
 
            E o ratinho responde:
 
            - Ah, ele era alto, grande, cheio de penas, tinha uma crista vermelha na cabeça, tinha garras e unhas compridas, um bico comprido e ele gritava: Co-có-ri-cóooooooo!!!
 
            Então, a mãe disse:
 
            - Meu filho, esse não é o nosso inimigo. Pode passear sem medo, mas tome cuidado com o nosso inimigo!
 
            Aí, o ratinho saiu da toca mais tranqüilo, vai andando quando, de repente, ele vê uma criatura maior do que a primeira que ele havia visto, com mais pernas, uma crista também vermelha e aquele animal pavoroso fez:
 
            - Glu, glu, glu, glu....
 
            O ratinho levou aquele susto, coração dele disparou e ele saiu correndo para a toca.
           
            Quase sem ar, ele procurou a sua mãe, abraçou- a e, com medo, disse:
 
            - Mãe, eu vi o nosso inimigo!!! Ele é terrível, parece um demônio, eu tive medo só de olhar!!!
 
            - Como é que ele era, meu filho?
 
            - Ah mãe, ele era maior do que o outro, cheio de penas, tinha uma papa vermelha e fez assim: Glu, glu, glu, glu....
 
            A mãe falou:
 
            - Esse não é o nosso inimigo, filho. O nosso inimigo caminha silencioso, suavemente e anda sempre de cabeça baixa.;Parece muito humilde, dócil, muito manso, muito discreto; Tem uma aparência amável e deixa a impressão de que é inofensivo e muito bondoso. Se você o encontrar, fuja, pois este é o nosso inimigo!!!
 
            O ratinho desta história somos eu e você.
 
            A toca é a igreja, é a casa de Deus.
 
            A mãe desta história é o Pastor da igreja que adverte do perigo.
 
            Olha, o nosso inimigo não é o macumbeiro, porque esta tão visível o que ele faz, que não vai nos enganar dizendo que é Deus, pois ele mesmo diz  que não é Deus.
           
            O nosso inimigo não é o pai-de-santo, a mãe-de-santo.
 
            Nós temos um inimigo até mais perigoso que o diabo. Você está pensando que é o diabo? O diabo é, também, mas o inimigo verdadeiro, mais perigoso que o diabo, é o falso profeta.
 
            O Senhor Jesus, nas profecias dos últimos tempos, falou várias vezes para tomarmos cuidado com os falsos profetas.
 
            Ele nos advertiu três vezes no Evangelho de S. Mateus 24:
 
“Acautelai-vos...”
 
            Este é o nosso inimigo. Ele parece manso, humilde, amigo, inofensivo, bondoso, mas ele é cruel, porque está interessado em devorar a tua carne. Ele está interessado em te prender nas suas garras diabólicas. São os apóstolos fraudulentos, obreiros do próprio ventre.
 
            Sabe onde você pode aplicar esta ilustração, também?
 
            Na carta do Apóstolo Paulo aos Romanos 16:18 diz:
 
            “Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos símplices.”
 
            Este é o nosso inimigo. Então, quando você se encontrar com ele, fuja, tome cuidado!!!

Paulo Adriano Rocha
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Sent: Sunday, July 16, 2006 10:56 PM

29 junho 2006

Que os avise (Lc 16.27-28)

QUE OS AVISE

Ele respondeu: "Então eu te suplico, pai:  manda Lázaro ir à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos. Deixa que ele os avise, a fim de que nao venham também para este lugar de tormento". Lucas 16.27-28

Assim falou o rico, no tormento, a Abraão, ao lado de quem estava Lázaro.

Se os mortos pudessem falar conosco, o que falariam?

Não haveria conversa de saúde física, nem de ganhos financeiros.

Não haveria papo de futebol nem de candidato
político.

Falariam uma coisa só: Deus nos deu esta vida a fim de que nos preparemos para a eternidade.

Os mortos não podem falar conosco.

Abraão deu uma resposta simples e contundente ao rico: para se prepararem para a eternidade, que os vivos leiam a Bíblia (verso 29).

A mesma resposta ainda vale para nós.

--Randal Matheny, copyright © 2006

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24 junho 2006

INTEGRIDADE DE CORAÇÃO



" Render-te-ei graças com integridade de coração...". (Salmo 119.7)

Sabemos que é difícil admitir, porém inúmeras vezes nosso coração se dá pela metade. Quando isto acontece, falta-nos a integridade. Ser íntegro significa ser pleno, completo, totalizado, sem parcialidade, sem pedaço. Por esta razão, a integridade, em sua própria natureza, não pode ser dividida ou mutilada. É tudo ou nada.

As palavras do salmista estão repletas de intensidade. É possível perceber que existe um coração que pulsa encantado por Deus. Há convicção, vontade, compromisso, gana, desejo e alegria. Mais que palavras, estão presentes sentimentos e posturas que embalam a gratidão.

Em tempos marcados pelos relacionamentos superficiais e artificiais, a Palavra de Deus é um convite à busca da plenitude. Até quando, se isto é possível, amaremos pela metade? Como permanecer se não há entrega? Por que investir se não acreditamos mais? Nada vale a pena se não for por amor. E o Senhor sabe disso...

Juntar os pedaços talvez seja um bom começo para que o coração se faça pleno. Encarar as perdas, as dores, os medos e as ausências podem indicar os primeiros passos de volta "ao primeiro amor" (Ap 2.4). Para tal, será necessário levantar os olhos, abrir os ouvidos e despertar a alma para encontrar a Deus nestes dias.

A integridade é um processo, assim como o enchimento de um copo com água. Gradativamente, permitimos os encontros, as falas, os toques, as confissões e as intimidades. Mais que uma condição acabada, a integridade é uma procura constante e, às vezes, pouco prazerosa. Neste sentido, a plenitude não é o fim, mas o modo pelo qual nos colocamos na direção de Deus, dos outros e de nós mesmos.

Por estas razões é que Ele espera de nós a entrega; simplesmente para que experimentemos também noutras dimensões da vida o que desejamos ser com Ele.

Rev. Sérgio Andrade

Deão da Catedral Anglicana da S.S. Trindade, Recife PE

revsandrade@uol.com.br

Recebi do Pão Quente Diário

22 junho 2006

Conhecia aquele lugar (Jo 18.2)

CONHECIA AQUELE LUGAR

Ora, Judas, o traidor, conhecia aquele
lugar, porque Jesus muitas vezes se
reunira ali com seus discípulos.
João 18.2

As pessoas sabem aonde ir para encontrar você? Conhecem tão bem os lugares que você freqüenta que iriam para lá em busca de você? Onde iriam para achá-lo?

Judas conhecia os hábitos de Jesus. Quando
chegou a hora de traí-lo, dirigiu-se para o
olival no monte das Oliveiras, fora da cidade
de Jerusalém.

Jesus se retirava freqüentemente da cidade
para orar e para partilhar a palavra com seus
seguidores. O olival era lugar propício para a
oração e o ensino, longe da agitação da cidade
e da pressão das pessoas que queriam vê-lo.

E qual o lugar que você freqüenta? O bar? O
baile? O balcão da padaria? O sofá na frente
da TV?

Ou no meio dos cristãos? Na sala de estar de
uma família que precisa ouvir o evangelho? No
quarto fechado para momento de oração?

Seus hábitos espirituais são tão bem
estabelecidos que até seus inimigos os
conhecem?

--Randal Matheny, copyright © 2006

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http://deusconosco.com/2006/06/22/conhecia-aquele-lugar/

Paulo Adriano Rocha
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12 junho 2006

Tente Novamente

Tente Novamente

"Ao que disse Simão: Mestre, trabalhamos a noite toda, e nada apanhamos; mas, sobre tua palavra, lançarei as redes" (Lucas 5:5).

Gail Borden, inventor do século XiX, estava obcecado com a idéia de condensar comida. Sua primeira tentativa, um "biscoito de carne" condensado, resultou em tremendo fracasso. Durante uma longa viagem, cruzando o oceano, Gail viu nascer uma idéia melhor. Ele estava muito preocupado com algumas crianças que estavam enfermas durante aquele percurso. Algumas vacas, que estavam no navio para produzir leite, sentiam enjoo do mar e não ofereciam leite saudável. Quatro crianças morreram após beber o leite contaminado. Borden estava determinado a condensar o leite de tal maneira que pudesse ser transportado de forma fácil e segura. Depois de muitas tentativas viu seu esforço coroado de êxito. Ele inventou um processo que retirava toda a água do leite. Durante a Guerra Civil o leite enlatado fez grande sucesso e Borden fez grande fortuna. Após sua morte, um epitáfio foi colocado em sua tumba em forma de uma lata de leite: "Eu tentei e falhei; eu tentei novamente e tive sucesso."

Como lidamos com as tentativas de realizações que resultam em fracassos? Como encaramos as muitas derrotas que deixamos pelo caminho durante a trajetória de nossas vidas? Abaixamos a cabeça, resignados com o insucesso, decididos a desistir ou aproveitamos o aprendizado como mola propulsora para dar um passo a frente, em nova tentativa, certos de que mais cedo ou mais tarde alcançaremos a vitória?


O grande segredo na busca das conquistas de nossos sonhos é crer que nada nos impedirá de realizá-los. Não importa se o caminho será de flores ou de pedras, se será pavimentado e liso ou esburacado e cheio de obstáculos, se será transposto sob sol claro e brisa agradável ou grandes tempestades, o certo é que nós chegaremos lá.


A força necessária para que estejamos preparados para esta aventura de fé vem do Senhor. Quando abrimos o nosso coração para Jesus, o vigor espiritual nos enche de confiança no êxito de todos os nossos propósitos e afasta definitivamente o "não posso" e o "não adianta tentar novamente." Com a companhia de Deus no caminho da vida, a única coisa de que lembramos é que "tudo é possível ao que crê.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

Paulo Adriano Rocha
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