12 setembro 2006

Tornaram-se modelo (1Ts 1.7)

DEUS Conosco
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TORNARAM-SE MODELO

Assim, tornaram-se modelo para todos os
crentes que estão na Macedônia e na Acaia.
1 Tessalonicenses 1.7

Poucos hoje querem se oferecer para ser exemplo.
Convenceram-se de que colocar-se como modelo é
postura arrogante.

Mas quando somos imitadores de irmãos dedicados e
do próprio Senhor (verso 6), tornamo-nos exemplos
para os outros.

E não devemos nos acanhar de reconhecer isso. Pois
a verdadeira humildade sabe que não é pelo próprio
esforço mas sim pela recepção da mensagem de
Cristo que chegamos a servir como exemplo para os
outros.

Sejamos modelos, pois, para quem precisa de
direção espiritual.

--Randal Matheny, copyright © 2006

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Citações bíblicas da Nova Versão Internacional
(IBS, 2000) quando não especificada a versão.

Paulo Adriano Rocha
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11 setembro 2006

Diferente dos outros (1Co 4.7)

DEUS Conosco
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DIFERENTE DOS OUTROS

Pois, quem torna você diferente de qualquer
outra pessoa? O que você tem que não tenha
recebido? E se o recebeu, por que se
orgulha, como se assim não fosse?
1 Coríntios 4.7

Cada um quer se distinguir dos demais. Quer
mostrar a individualidade. Na religião, essa
tendência se mostra por meio de idéias diversas
oriúndas das opiniões pessoais.

Paulo acaba de avisar para não ultrapassar o que
estava escrito por Deus. Mais que isso gera
divisões. Os coríntios estavam inventando moda e
se distinguindo das demais congregações.

Usando ironia, Paulo faz uma série de perguntas
para mostrar o erro dos coríntios. Eles não eram
diferentes dos outros, nem deviam procurar ser
diferentes. Tudo que tinham em Cristo receberam
pela pregação do evangelho; não a tinham inventado
ou criado. Mostravam-se orgulhosos, como se eles
fossem os donos do evangelho, passível de ser
modificado por eles.

Quem não quer ficar apenas com a Bíblia acaba se
exaltando e criando doutrinas diversas. Sinal de
que já passou dos limites.

--Randal Matheny, copyright © 2006

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10 setembro 2006

MEU CRISTO

Segue uma das mais belas poesias que já ouvi. É antigona, mas não perdeu ainda a sua mensagem. Procurei por muito tempo, mas finalmente encontrei. Achava que era do Gióia Jr., mas agora descobri de quem é. Copiei do União Net. Ótima semana a todos!
 

MEU CRISTO

(Rev. Thiago Rocha)

 

Neste mundo

há muitos Cristos:

de várias cores, de vários tamanhos.

Cristos feitos, Cristos inventados,

Cristos moldados, Cristos deformados,

Cristos tristes, Cristos desfigurados.

Há Cristo para cada gosto,

cada interesse,

cada objetivo, cada projeto.

 

Há o Cristo das belas artes:

um motivo, como tantos outros,

para expressar uma forma,

ou exibir uma escola

pelo próprio homem criada.

É Cristo para se ver,

apreciar ou criticar,

para exaltar o autor,

seu talento sua invencionice.

É um Cristo despido de autoridade,

sem expressão, sem divindade.

 

Há o Cristo da literatura,

da prosa, do verso,

da forma, do estilo,

do livro famoso,

do "best-seller".

É um Cristo pretexto,

que serve de texto,

dentro de um contexto,

que ajuda seu autor

a faturar mais,

e ser mais lido e procurado.

 

Há o Cristo

das cantigas:

deturpado, maltratado,

irreverentemente tratado.

Aparece na crista das ondas,

estoura nas paradas,

é cantado nos salões,

e circula, aos milhões,

como mercadoria,

para enriquecer as empresas.

É um Cristo de algibeira,

fabricado como produto de consumo.

 

Há, até, o Cristo

do cinema e do teatro.

Sucesso de bilheteria...

É a explosão da arte moderna

fazendo a caricatura

da maior personagem da história.

É o Cristo musicalizado,

encenado, maquinalizado.

É Cristo para espetáculo,

para os olhos, para os ouvidos,

para o lazer

e a higiene mental.

 

Há o Cristo

do crucifixo:

de pedra, de mármore,

de madeira, de metal...

É Cristo para a parede,

para o colo da mocinha,

para o peito piloso do rapaz excêntrico.

É apenas ornamento,

ou simples decoração.

Embora alguns lhe prestem culto,

ele não vê, não ouve, não entende.

 

Há o Cristo dos teólogos:

difícil de entender,

complicado.

É Cristo para eruditos,

para cultos, privilegiados.

É só para ser discutido,

dissecado, analisado,

e aceito intelectualmente.

Não modifica, não transforma,

não regenera, não muda.

É Cristo-aristocrata, de elite.

 

Há, também,

infelizmente,

o Cristo de certos cristãos,

que ainda o tem no túmulo.

É Cristo crucificado,

morto e sepultado,

e ainda conservado

na tumba dura e fria.

É um Cristo que não vive,

porque seus adoradores

ainda estão mortos,

e não despertaram

para uma vida nova,

a vida do próprio Cristo,

da qual, lamentavelmente,

ainda não se apossaram.

 

O MEU CRISTO

não é nenhum desses.

O meu Cristo é o Filho de Deus,

que foi encarnado,

viveu, sofreu, foi condenado,

morto e sepultado,

por causa de meus pecados.

O meu Cristo não ficou preso

na sepultura escura.

Ele ressuscitou, subiu aos céus.

E reina, à direita do Pai.

O meu Cristo

é respeitado, admirado,

cultuado, adorado,

porque está vivo, bem vivo!

O meu Cristo vive

nas palavras que proferiu.

O meu Cristo vive

nos ensinos que deixou.

O meu Cristo vive

nos atos que praticou.

O meu Cristo vive

na obra que realizou.

O meu Cristo vive

nas almas que Ele salvou.

O meu Cristo vive,

eu sei bem disso,

e não tenho nenhuma dúvida,

o meu Cristo

VIVE EM MIM!

 

 
Paulo Adriano Rocha
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06 setembro 2006

Sacrifícios que agradam (Sl 51.17)

DEUS Conosco
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SACRIFÍCIOS QUE AGRADAM

   Os sacrifícios que agradam a Deus são um
   espírito quebrantado; um coração
   quebrantado e contrito, ó Deus, não
   desprezarás".                Salmo 51.17

Por todas as diferenças entre os dois Testamentos,
Deus sempre queria a mesma coisa: um
relacionamento com as pessoas, por meio de uma
mudança de atitude e obediência.

O coração quebrantado não é "esmagado" ou apenas
triste, como algumas versões colocam, mas, como
traduz a Bíblia na Linguagem de Hoje, "humilde e
obediente".

É o coração que percebe a dor que seu pecado causa
para Deus.

É o coração despedaçado pela convicção de que seu
próprio pecado custou a vida de Jesus.

É o coração determinado a obedecer a Deus em todas
as coisas.

Que tipo de sacrifício você está oferecendo a
Deus?

--Randal Matheny, copyright © 2006

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Paulo Adriano Rocha
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01 setembro 2006

O poder que Fidel Castro não pôde deter

O poder que Fidel Castro não pôde deter

Fonte: Enviado por Julio Severo - www.juliosevero.com

O ditador comunista duro de matar passou 47 anos tentando exterminar o Cristianismo em Cuba. Agora ele entregou o poder — e as igrejas evangélicas em Cuba estão mais fortes do que nunca.

Todo o mundo sabia que chegaria o dia em que Fidel Castro perderia as forças em sua opressão asfixiante sobre Cuba. Mas o que os repórteres de jornais e de TV não anunciaram nessa semana foi que a entrega de poder que Fidel fez para seu irmão Raúl ocorreu logo depois de um esforço de último momento para deter a rápida propagação do Cristianismo na ilha isolada.

Em setembro de 2005, Fidel implementou a Diretiva 43 e a Resolução 46 — leis restritivas que exigiam que as muitas “casas igrejas” de Cuba se registrassem junto ao governo comunista. De acordo com um relatório que será divulgado pela revista Charisma, as leis proibiam lares não registrados de serem usados como lugares de adoração.

Vi o movimento de casas igrejas com os próprios olhos há 11 anos, quando passei uma semana em Havana. Um culto que visitei foi realmente realizado no quintal da frente de um lar, e o culto de adoração pentecostal de três horas atraiu mais de 125 pessoas. Muitas vezes as tão chamadas igrejas casas são bem grandes, mas os membros não podem se reunir em edifícios de igrejas porque o governo de Fidel Castro vem limitando as liberdades religiosas desde que ele começou a governar em 1959.

Fiquei também sabendo durante minha visita a Cuba que o tipo de comunismo de Fidel é uma estranha mistura de ideologia marxista e feitiçaria caribenha. Em Cuba muitos sabem que ele consulta bruxos da Santeria — uma religião que os escravos africanos importaram para Cuba e se misturou com práticas católicas. Fidel ergueu estátuas e santuários honrando Santeria na entrada de muitas vilas na nação de 11 milhões de pessoas.

Um missionário carismático que conversou com Charisma disse que ele acha que as recentes medidas de Fidel para restringir as igrejas ocorreram porque “o diabo está totalmente furioso”. Apesar de 47 anos de dominação comunista, e apesar de prender milhares de pastores e cristãos ativos durante muitos anos, as igrejas evangélicas vêm crescendo exponencialmente.

As Assembléias de Deus são a maior denominação evangélica da ilha, tendo várias centenas de igrejas estabelecidas bem como milhares de células de grupos ou “casas de culto”, como são chamadas. O repórter Lukins descobriu que há entre 10.000 e 15.000 dessas casas igrejas em funcionamento em Cuba hoje.

Muitos pastores cubanos com quem me encontrei ali em 1995 haviam passado algum tempo ou na prisão ou em campos comunistas de trabalhos forçados. A mesma opressão religiosa cruel ocorre hoje.

“As igrejas evangélicas de Cuba têm passado por uma longa história de perseguição, e essa perseguição contribuiu para sua saúde”, disse um missionário que trabalha em Cuba desde 1999.

Missionários americanos que trabalham em Cuba bem como pastores cubanos relataram para a revista Charisma recentemente que o reavivamento cristão tem atingido até mesmo a família de Fidel. Um de seus sobrinhos, ao que se informa, freqüenta uma dinâmica igreja evangélica na ilha e chegou até a convidar o presidente doente para freqüentar a igreja.

Os relatos também revelam que grande número de autoridades do governo cubano estão se tornando cristãos e deixando seus empregos no governo comunista.

O que o futuro reserva para as igrejas evangélicas de Cuba? Autoridades do Departamento de Estado dos EUA não estão prontas para declarar que Cuba está livre, mas muitos observadores dizem que duvidam que Raúl Castro conseguirá manter em lugar o sistema autocrático de seu irmão — principalmente se Fidel morrer logo. A democracia está pronta para decolar em Cuba, abastecida não só pelos patriotas que amam a liberdade, mas também pelos corajosos cristãos que querem levar sua fé ao exterior.

Um pastor disse para Charisma: “Esse é o tempo dos crentes cubanos na história. Eles acreditam que foram equipados por Deus através do sofrimento a levar o evangelho aos lugares mais difíceis do mundo”.

Predigo que eles estarão logo se mobilizando para começar essas viagens missionárias. O experimento comunista de Fidel não funcionou, seus duros esforços para exterminar o Cristianismo foram um tiro pela culatra, e nossos irmãos e irmãs de Cuba logo estarão se espalhando aos quatro cantos do mundo como prova de que Jesus sempre tem a última palavra.

J. Lee Grady é editor da revista Charisma.

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Artigo original: Charisma Online: The Power That Fidel Castro Couldn’t Stop, 4 de agosto de 2006.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br
Fonte: http://www.jesussite.com.br/noticas_detalhe.asp?id_news=162

Paulo Adriano Rocha
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