06 agosto 2007

Afastem-se do mal (1Ts 5.22)

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AFASTEM-SE DO MAL

   Afastem-se de toda forma do mal.
             1 Tessalonicenses 5.22

Depois de pôr à prova todas as coisas e ficar com
o que é bom (v. 21), resta ainda distanciar-se do
mal.

O mal toma muitas formas. A grande maioria das
suas formas parecem benignas, ou no mínimo,
inócuas e inofensivas. Aparece muitas vezes
oferecendo vantagens e atrativos.

Quando se fala no mal hoje, pensa logo no
homicídio, no roubo e na violência. Todavia, as
listas de pecado na Bíblia incluem males como o
egoísmo, a desobediência aos pais, a fofoca e a
cobiça.

Pensamos que suas formas mais brandas sejam
controláveis e gerenciáveis, que não seremos
influenciados por sermos espiritualmente maduros e
cientes do perigo.

Grande engano!

Ou estamos nos aproximando do mal, ou afastando-
nos dele.

Qual a sua direção hoje?

--Randal Matheny, copyright © 2007

Paulo Adriano Rocha
NINGUÉM PODE TE AMAR COMO JESUS TE AMA!
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31 julho 2007

Oferecendo Segurança

Oferecendo Segurança
 
"Salva-me, ó Deus, pois as águas me sobem até o pescoço"
(Salmos 69:1).
 
Um menino corria seriamente o risco de se afogar, debatendo-se nas águas de um rio. Avistando um homem que passava pela orla, começou a gritar, pedindo socorro. O homem, vendo o menino se agitando nas águas, começou a repreendê-lo por estar se banhando em um local perigoso. "Salva-me agora," gritou o menino. "Você poderá me repreender depois, quando estiver seguro." (Fábula de Aesop)
 
A grande necessidade de milhões de pessoas, neste momento, é de salvação. Elas, sem a segurança de Cristo, continuarão se debatendo nas águas perigosas deste mundo. Se nós, cristãos, que temos a experiência de caminhar seguros pela mão de Deus não fizermos algo por elas, acabarão morrendo espiritualmente e não poderão desfrutar da vida eterna com o Senhor Jesus.
 
Muitas vezes criticamos aqueles que andam longe dos caminhos do Senhor, censurando-os pelos erros e pelos pecados, condenando seus atos e indiferença em relação a Deus. Mas não é essa a vontade do nosso Pai. Não temos o direito de julgar e muito menos condenar a nenhuma pessoa. Fomos salvos pelo Senhor para ser uma bênção, para dar sabor ao mundo e para estender a mão aos que, vítimas da desesperança, caminham sem rumo e sem perspectiva de uma vida feliz.
 
A nossa principal tarefa, como filhos de Deus, é ser um
canal de reaproximação do pecador com o Salvador para que, em segurança, possam também gozar da mesma alegria que experimentamos e para que, libertos do pecado e do mundo, tenham seus nomes escritos nos Céus.
 
Enquanto nos preocupamos apenas em achar defeitos e falhas nos outros, estes seguem a passos largos para a perdição. Cumpre a nós oferecer ajuda, uma palavra amiga, uma mão estendida para levantar e tudo que estiver ao nosso alcance para que, seguros em Cristo, tenham a vida abundante e eterna.
 
Com o coração aberto para o Senhor, as mudanças necessárias acontecerão e o Senhor mesmo os transformará.
 
Paulo Roberto Barbosa.
Um cego na Internet!
 
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28 julho 2007

Corações e Corações (muito bom)

 
 
 
  "SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar;
não ando a procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas
demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a  minha alma;
como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe,
 como essa criança é a minha alma para comigo". (Salmos, 131.1 e 2)

   

Corações abertos e que confiam, geralmente são mais machucados que os corações fechados. Um coração sensível que se abre para concordar, para compartilhar, para buscar amor e compreensão, que resolve acreditar e investir, em geral é o mais fácil de ser partido.

Mas, há também corações fechados. Estes, geralmente, não confiam, são corações discordantes, que não aceitam autoridade, que não aceitam correr riscos, são ingratos, avaros, excludentes e insensíveis. Por não reconhecerem suas deformações não se deixam tratar.

Corações assim raramente se partem. Mas a sua dureza machuca os outros. Eles saem ferindo, atropelando e provocando divisão entre as almas sensíveis que tocam suas vidas. Estes são os que acham que todos deveriam ser como eles são. Eles não aceitam se ajustar aos outros; ao contrário, os outros – assim eles pensam – é que devem se ajustar a eles.

Eles não sabem chorar. Corações duros não gostam de lágrimas. Quando choram, o fazem por si mesmos. Detestam se comprometer com os outros. Sentem-se incomodados e rejeitam quando alguém lhes pede para compartilhar seu próprio coração.

Corações duros e machucados tornam a sua própria existência triste e sem sentido. As angústias existenciais nascem na dureza dos corações que não se abrem para Deus e para os outros. Que não estão dispostos a amar e serem amados.

Precisamos pedir a Deus para que tenhamos corações quebrantados e sensíveis. Que estão dispostos a perdoar antes que julgar, a amar antes que odiar, que estão abertos ao diálogo antes que às discórdias. Precisamos pedir a Deus para que tenhamos corações como o do Senhor Jesus, que sente a dor do outro, e que por isso mesmo pode ajudá-lo. Precisamos de corações dóceis para que possamos extirpar o azedo e o jiló que amarga as relações entre esposo e esposa, entre pais e filhos, entre patrões e empregados, entre pastor e rebanho, entre amigos, entre colegas... Precisamos de corações quebrados, contritos e compungidos.

        Precisamos de corações abertos a Deus, à comunhão com o Senhor dos céus e da terra, que se dá através da oração e da leitura da Palavra Divina . Leitura da Santa Palavra com o coração amargo nos faz radicais, legalistas, moralistas, fundamentalistas... Não! Precisamos de um coração dócil até para orar e ler a Bíblia.

        Precisamos de corações dóceis para que não tenhamos 'dó' de um mundo em pecado e viremos as costas, esquecendo-nos de nossa responsabilidade cristã. Corações dóceis falam do amor de Jesus, que cura as feridas, que traz vida e enche os outros corações de paz, salvação e alegria. Mas não apenas isto! Precisamos de corações quebrantados para não fazermos 'vista grossa' às vítimas da exclusão social, da miséria e da pobreza que cada dia mais abarca um maior números de corações nesta nossa cidade, estado, país e mundo.

        A dureza da vida também pode tornar os corações endurecidos e machucados. Por isso a responsabilidade da Igreja é levar o amor de Jesus aos corações, para que sejam quebrantados no seu ódio, iniqüidade, pecado e falta de sentido, e que sejam assim refeitos, reconstruídos sob o fundamento do amor, da justiça, do perdão e da alegria da e pela vida.

        Somente corações dóceis e quebrantados, e refeitos pela graça de Jesus, é que se alimentam da esperança e, assim, vencem o desânimo provocado pelas forças do pecado e da morte.

        Nós precisamos de um coração dócil. Todos os dias nós precisamos pedir que a doçura do olhar do nosso Jesus invada o nosso ser e nos traga um coração mais parecido com o d'Ele.

Ó Senhor, concede-nos ter um coração igualzinho ao Teu! 

 

 Rev. Ézio Martins de Lima
Igreja Presbiteriana Independente Central de Brasília - DF
 
 
 
 
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27 julho 2007

Paredes Quebradas

 
 
 
 
 
"...os muros de Jerusalém estão derribados,
e as suas portas, queimadas...".
 Livro do Profeta Neemias, cap. 1:3
 

        Notem a descrição de Jerusalém. As pessoas estavam em dificuldade e estavam tomadas por um grande senso de desgraça e reprovação. Os muros da cidade estavam derribados. Os portões tinham sido queimados e estavam totalmente imprestáveis. 

Infelizmente, Jerusalém é o retrato da vida de muitos de nós. Há muitos de nós, cujas vidas, se ajustam perfeitamente a esta descrição. Olhamos para trás em nossa própria vida e percebemos que há lugares aonde os muros vieram abaixo. Estamos vulneráveis. Não temos mais nenhuma capacidade de resistência aos ataques destrutivos que são lançados contra a nossa própria alma. O inimigo destruiu as nossas defesas. Abriu uma enorme brecha, diante da qual estamos impotentes para cobri-la.

Muitos de nós, vez por outra, têm se sentido dentro desta vulnerabilidade. O inimigo conseguiu desmontar as nossas defesas. Abriu um flanco em nossa muralha de conduta inexpugnável. Fez-nos presa fácil.  

Quem sabe no seu caso, Você tornou-se uma "vítima" de hábitos pecaminosos os quais, embora administráveis num primeiro momento, romperam totalmente com a sua capacidade de decisão pelo que é correto, pelo que é descente, pelo que é humano. A sua vulnerabilidade se dá no campo da moral.  Você entrou em práticas que a Bíblia diz estão erradas, e você sabe que elas são erradas, mas você não sabe mais como parar. Suas defesas foram embora. Os muros de sua moralidade foram derribados e suas portas foram queimadas.    

Ou quem sabe a sua vulnerabilidade se dê no campo da 'emocionalidade'.  Talvez seja alguém que foi abusado quando criança. Este fenômeno parece freqüentemente estar acontecendo em nossos dias. E A vergonha e as cicatrizes destas experiências dolorosas geraram em você essa síndrome do muro caído. Essas tatuagens emocionais acabaram por gerar em você uma vulnerabilidade sentimental. Você é alguém sem defesa. Sem anticorpos contra relacionamentos prejudiciais a você. A sua necessidade exacerbada de se sentir respeitada (o), amada (o), tratada (o) como "pessoa e não objeto" acaba por criar a situação inversa. Você está sempre "aberta (o)" a aceitar qualquer um; a qualquer um que cumpra a missão de desfazer aquele sentimento de "coisificação" – de se sentir coisa nas mãos de alguém.  E esta vulnerabilidade, acaba por sabotar qualquer projeto que você tenha de construir uma relação saudável, de igual para igual. De gente com gente. Você até sente que certos relacionamentos são descompensados. Você quer correr, você quer se esconder. Mas você não consegue. Você não consegue fechar a porta. Porque os seus muros da emocionalidade estão caídos e as portas queimadas.

De modo que quando olhamos para os muros e as portas de nossas vidas nós percebemos que de um modo ou de outro, enfrentamos essa crise da vulnerabilidade. Mas como lidar com isso? Como é que nós podemos reconstruir os muros de nossas vidas de tal modo que nós possamos sair dessa vulnerabilidade? Como é que nós podemos reconstruir as nossas defesas de tal modo que nós deixemos de ser cativos dessas situações que nos roubam não só a alegria, como também esperança de uma existência de vitória e de triunfo? 

            Essa é a grande questão que muitos enfrentam.  Mas é por isso que a Bíblia nos foi dada.   Os homens e mulheres do passado passaram por estas mesmas dificuldades, e eles, pela ação do Espírito Santo nos deixaram registrado como reconstruir as nossas vidas quando estas estão quebradas. O livro de Neemias é um dos quadros mais úteis que nós temos de como recuperar de vidas quebradas. Ele deu sete passos bem específicos que são extremamente efetivos para nos conduzir a uma restauração de nossa própria vida. 

            Até a próxima...

                                                       Rev José Kleber
                                      Igreja Presbiteriana de Coromandel - MG     
 
 
 
 
 
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25 julho 2007

ÀS FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS DOS ACIDENTES COM OS AVIÕES DA GOL E DA TAM

 
              

                Diante do horror apocalíptico de um avião a deslizar sem freios, em alta velocidade, por uma pista de aeroporto, e chocar-se a um prédio com terríveis explosões e chamas, sem chance de sobrevivência para seus ocupantes, clamamos em alta voz, com o grande risco de não sermos ouvidos nem na terra nem no céu. O cantor do salmo 42 (SBB) passava por terrível medo diante da força do mar e foi nas suas ondas que encontrou a razão do seu desespero, pois se multiplicavam sobre ele como abismos que chamam outros abismos. Trazia na memória tempos felizes, mas a comparação mais ainda aumentava a sua dor. Ele clamava. Assim o clamor se apresenta neste mundo, cheio de dor, tristeza, desolação, em que nenhuma palavra humana parece ter força de consolo. São vozes que gritam: "meus filhos e filhas, ah! meus filhos! Meus pais, ah! meus pais! Meus amores, ah! meus amores! Meus irmãos e irmãs, ah! meus irmãos! Meus amigos e amigas, ah! meus amigos!"  Os gritos invadem os espaços e a história, penetram gabinetes, incomodam autoridades, comovem o país, põem desnudos os lucros da ganância, denunciam. Os gritos, cada vez mais intensos e profundos são também um apelo, uma prece Àquele Deus aparentemente distante: "Onde está o teu Deus", ouve o salmista, como zombaria.

 

                Ao fim, o salmista encontra o que procurava. Mas encontra somente em Deus, seu Salvador. Buscamos esse Deus e Salvador para o socorro de todos e todas que sofrem sem consolo por terem perdido seus queridos, mesmo que não creiam, mesmo que não tenham nenhum conhecimento desse Deus amoroso que vem ao nosso encontro na nossa angústia e nos enxuga as lágrimas que teimam em não cessar. Esse Deus que não quer o mal a nenhuma de suas criaturas, que nos adverte dos perigos da soberba e da ganância e que pedirá contas de todos os que menosprezam a vida. Pedimos a esse Deus porque Ele é a fonte do Amor, da Justiça e da Paz, que nos dá braços que podem abraçar aflitos, mãos que podem sustentar desvalidos, corações que podem acolher os que estão desnorteados. Ele nos envia às famílias em sofrimento desmedido, para chorarmos juntos, clamarmos juntos, denunciarmos juntos e, juntos, nos consolarmos nos Seus braços. A memória nos fará encontrar forças para prosseguir, o amor que dedicamos aos queridos que partiram, Deus o usará para nos consolar, e o usará em nós para a luta em favor da vida plena, ainda que na condição de dor e sofrimento, mas em esperança de que haverá a Vitória sobre toda lágrima, toda morte.

 

                Ouve, ó Deus amoroso, o clamor de todas estas famílias em sofrimento e, em Cristo, faze justiça a todas elas.

 

Rev. Manoel Miranda

Moderador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil - IPU

 

 

 

MENSAGEM DA IGREJA PRESBITERIANA UNIDA DO BRASIL – IPU – E DO PÃO QUENTE DIÁRIO, ÀS FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS DOS ACIDENTES COM OS AVIÕES DA GOL E DA TAM, PASSAGEIROS, TRIPULANTES E TODAS AS PESSOAS ATINGIDAS:

                 

 
 
 

 

 
 
 
   


 

 


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