27 fevereiro 2006

SALMO 103

"Bendize, ó minha alma, ao Senhor" V. 1a


Esse é um dos mais belos salmos da Bíblia. Ele nos exorta a bendize e exaltar ao Senhor. O salmista começa convidando a si mesmo, lembrando que, cada um de nós, individualmente, tem muito que agradecer ao Senhor.

Ele nos diz: "Bendize, ó minha alma, ao Senhor!" Bendizer é o mesmo que louvar ou saudar a alguém. Nesse caso, devemos lembrar de sempre louvar, falar bem do nosso Senhor. Enquanto tantos estão, nesses dias de festa, louvando a outros deuses, lembrando-se de Baco, ou Dionísio, ou até mesmo a outros homens, uma vez que o homem gosta muito de louvar a si próprio, nós nos sentimos felizes em termos o Senhor para adorar. O Deus cujo nome está acima de todos os outros. Um Deus cujo amor é inigualável; seu poder, incomparável; suas maravilhas são incontáveis. Ele reina acima de tudo e todos, pois dele é a terra e a sua plenitude!

E o interessante é que, esse mesmo Deus, sendo tão grande, se importa com cada um de nós, mesmo na nossa pequenez e fragilidade; ele sofre quando sofremos, se entristece quando estamos tristes (Leia João 11.35), mas se alegra com nossas alegrias (Leia Sofonias 3.17) e está sempre pronto a nos fazer chegar à vitória (Leia 1 Coríntios 15.57) . Não há Senhor tão grande, tão maravilhoso, tão justo e tão amoroso! Ele é o nosso Deus para sempre; ele será nosso guia até à morte!

22 fevereiro 2006

Igreja Ideal x Igreja Real

Igreja Ideal x Igreja Real

Leia At 2.42-45

A Igreja ideal, traçada nas Sagradas Escrituras, é uma igreja unida, onde todos vivem em união e no compartilhar do pão, onde ninguém critica ninguém, mas todos trabalham, levando o evangelho ao maior número possível de pessoas. A igreja ideal é adoradora e intercessora, é atuante por parte de todos os seus membros, não havendo ninguém ocioso ou preferindo a neutralidade e isentar-se de responsabilidade. Todos fazem, trabalham e não dão trabalho. A igreja ideal é aquela onde todos são santos e já foram curados de todas as enfermidades espirituais, não havendo mais lugar para rancor, ódio, raiz de amargura, inveja, ciúmes, angústia, depressão, desrespeito, etc. A igreja ideal é submissa a uma liderança participativa, atuante, amiga e transmissora de poder e unção. Esta é a igreja ideal! Mas há a igreja real, a igreja de hoje, a igreja visível, palpável, terrestre, a igreja onde vivemos, sentimos, percebemos e amamos, a igreja real...

        Por sua vez, esta é composta de pessoas feridas, machucadas, tomadas de angústias, com feridas profundas, precisando de tratamento, de cura, de libertação. Na igreja real há críticas, discórdias, entre tantas outras cousas. Há pessoas que se tornaram semelhantes ao mar morto - só recebem, mas nunca dão, nunca compartilham. Pessoas que se esquecem facilmente dos benefícios recebidos, ficando apenas em sua lembrança o que não foi feito - ignorando assim os feitos realizados. Esta é a igreja real! Sem utopias, quimeras, é a igreja vista com os pés no chão. É esta a igreja que está sendo lapidada, moldada, restaurada, santificada, renovada, revigorada a cada dia pelo Senhor Jesus na atuação do Espírito Santo de Deus. É esta a igreja que devemos amar, honrar, vestir a sua camisa, gastar nosso tempo e nossos talentos, nossa vida, tudo quanto temos e somos, para apresentá-la um dia diante do Senhor da seara. É esta a Igreja onde Deus nos tem colocado, e irá usar-nos para Sua Glória.

       Somente quando obtivermos a visão da Igreja real, estaremos aptos para trabalhar nela, amando-a e respeitando-a apesar de suas falhas. Devemos aprender que ninguém é perfeito, que não há lares perfeitos, famílias perfeitas, igrejas perfeitas, líderes perfeitos; há sim, pessoas em busca da perfeição, que estão se aperfeiçoando a cada dia, mas que ainda não alcançaram seu perfeito objetivo.

       Pela inspiração divina, esperamos que essas palavras sirvam para nos ensinar a amar mais a nossa Igreja, tolerando mais os fracos e trabalhando com muito amor e sem críticas com aqueles que tanto carecem de nossas orações. Há sim, a Igreja dos nossos sonhos, dos nossos projetos irrealizáveis, mas há também a Igreja real, que precisa de nós, de nossas orações, nossa colaboração, aceitação, amor, tolerância e, acima de tudo, que quer agir como o Senhor Jesus agiu quando, entre nós, realizou o Seu ministério terreno.
Deus nos abençoe.

 

Rev. Ednaldo Batista Ribeiro
Igreja Presbiteriana Central de Cascavel - PR



Paulo Adriano Rocha
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17 fevereiro 2006

O PRIMEIRO DEGRAU

(Gostei desse texto)
O Primeiro Degrau
 
Queria repartir minha meditação na Palavra: Eis a pergunta que muitas vezes nos fazemos: Qual o caminho para a solução, qual a postura correta para se iniciar um projeto, uma empreitada, e ter sucesso? Ou pelo menos não ter derrota? Como devo dar o primeiro passo numa época de incertezas? Como iniciar uma coisa que nunca fiz antes? Meditava nisso hoje e o Senhor me dirigiu a alguns textos que gostaria de repartir:

O primeiro deles é que "o temor do Senhor (não temor sinônimo de medo, mas de respeito pela opinião de Deus) é o princípio da sabedoria". Isso nos leva a consultá-lo antes de fazer qualquer coisa. Em Provérbios lemos que "do homem são as preparações do coração, mas do Senhor a resposta". Esta atitude por si só, se não garante o sucesso, garante de evitar trapalhadas, prejuízos, tristezas, frustrações e lágrimas. Este é o primeiro passo.

Se o Senhor permitir que o projeto vá em frente, então devemos nos humilhar e reconhecer que não podemos fazer a coisa sem a ajuda do Senhor. O  Espírito Santo me levou ao seguinte trecho: Esdras 8:21.  "Então apregoei ali um jejum junto ao rio AAVA, PARA NOS HUMILHARMOS DIANTE DA FACE DO NOSSO DEUS, PARA PEDIRMOS CAMINHO DIREITO PARA NÓS, E PARA NOSSOS FILHOS E PARA A NOSSA FAZENDA". Nós pois, jejuamos e pedimos isto ao nosso Deus, e moveu-se pelas nossas orações. Esse é o segundo passo.

Finalmente o Espírito Santo me deu um trecho incrível: Josué disse, antes de começarem a caminhada rumo à terra da promessa: "Olha, por este caminho, nunca andastes antes, então esperai que a arca saia na frente e depois, sigam-na". O trecho é claro. Acalma-te, não se apresse, pois "o que se apressa com os seus pés, peca...", diz a palavra. Deixa o Senhor sair na frente e siga-o, trazendo cada decisão em oração, por menor que ela seja. Esse é o terceiro passo.

Depois, disso, tem alguma possibilidade de alguma coisa sair errada, gerando lágrimas e desapontamento? Creio que não. Está escrito pelo apóstolo, que "as coisas que dantes foram escritas, para nosso ensino foram escritas", ou seja, para serem "regras de fé e de prática".

Tenham todos um grande dia.
Pr. Sinval

Paulo Adriano Rocha
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15 fevereiro 2006

Triunfando Com Cristo

Triunfando Com Cristo

"Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo" (2 coríntios 2:14).

Há poucos anos atrás morreu Dr. Howard A. Kelly, um dos maiores pensadores e pedagogos dos Estados Unidos. Ele foi um dos fundadores da Universidade John Hopkins. Ele costumava usar um botão na lapela com um ponto de interrogação. Ele comprou centenas de botões iguais para dar de presente aos amigos. Era uma maneira de conduzir as conversas com outros em direção a Cristo e a salvação. Quando alguém lhe perguntava o que aquele botão queria dizer, ele respondia: "Significa a maior coisa do mundo. O que você pensa ser a coisa mais importante na vida de uma pessoa?" Alguns diziam: "riqueza." Outros diziam: "Saúde." Mas a resposta do Dr. Kelly era sempre: "Não, o que há de mais importante no mundo é Jesus Cristo.".

E para nós, qual tem sido o alvo de nossos interesses? O que temos buscado com mais diligência e determinação neste mundo? O que julgamos ser preponderante para a nossa felicidade?

Muitas vezes corremos com a coragem e perseverança de um maratonista em busca de um sonho que, mesmo realizado, não apagará a frustração do vazio de nossas almas. Alcançamos o pódio de nossos anseios e, ao cruzar a linha vislumbrada, percebemos que não estava ali a nossa bênção. Corremos novamente em busca de outra linha de chegada e, compreendemos que, mais uma vez, enganamo-nos quanto aos resultados.

O que enche nossos corações de júbilo não é simplesmente a conquista e sim o que nos motivou a ela e quem nos conduziu até lá. Saber que Cristo nos levou à vitória e que Suas mãos nos dirigiram por amor valoriza a nossa conquista e a alegria que flui de nossa alma contagia tanto a nós como a todos que nos rodeiam.

Com Cristo, todas as nossas conquistas serão importantes.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!


Paulo Adriano Rocha
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13 fevereiro 2006

Amor Praticado ENão apenas Falado

Amor Praticado E Não apenas Falado

"E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem permanece em amor, permanece em Deus, e Deus nele" (1 João 4:16).

Em um certo vilarejo uma casa foi destruída pelo fogo. Pequena parte da mobília e quatro vacas foi o que o proprietário conseguiu salvar, nada mais. Aquela família precisava de tudo para recomeçar a vida. Um dos vizinhos se aproximou e parou diante da casa, agora um monte de cinzas de onde saía muita fumaça. Sacudindo a cabeça como a mostrar que não acreditava no que via, virou para seu amigo de muitos anos e falou: "Se eu puder fazer alguma coisa, diga-me." E logo a seguir voltou para sua casa. Outros vizinhos começaram a aparecer, mas ao invés de perguntarem o que podiam fazer, trouxeram camas, colchões, batatas e legumes, panelas, roupas e feno para as vacas. Para uma pessoa que tem o dom de misericórdia, "chame-me caso precise" não é a frase mais indicada. Ela apenas sugere um registro ou um ato superficial que não toca a consciência. A genuína misericórdia não apenas fala, mas faz alguma coisa.

Como tem andado nosso amor e solidariedade? Temos mostrado as atitudes inerentes aos que foram transformados pelo Senhor, ou continuamos levando uma vida superficial e indiferente às necessidades de nosso próximo?

O verdadeiro amor de Deus, que Ele próprio demonstrou ao enviar Seu Filho para salvar os pecadores, em nós é traduzido por gestos e atitudes que comprovam a mudança ocorrida ao convidarmos Jesus para entrar em nossos corações. Palavras bonitas e rebuscadas podem embelezar os livros de poesia mas apenas a prática de tais palavras enfeitam os livros dos Céus e alegram o coração de nosso Deus.

O Senhor Jesus Cristo espera muito mais de nós, cristãos, do que meras palavras de misericórdia. Elas são vazias e inúteis a não ser que venham acompanhadas de uma mão estendida e da demonstração prática de seu significado.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

Paulo Adriano Rocha
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