20 julho 2006

Seus Sapatos Rangem?

Seus Sapatos Rangem?

"Todas as suas obras eles fazem a fim de serem vistos pelos
homens; pois alargam os seus filactérios, e aumentam as
franjas dos seus mantos" (Mateus 23:5).


Em uma aldeia africana, um nativo Cristão procurou o
comerciante local para comprar um par de sapatos. Ele
experimentou alguns até que encontrou um par que se ajustou
perfeitamente em seus pés. Feliz o nativo voltou para sua
casa. Algumas semanas mais tarde ele retornou à loja para
devolver os sapatos que havia comprado. "Eles não lhe
serviram? Eles são muito bons, você não achou?" perguntou o
comerciante. "Sim," respondeu o nativo. "Por que, então,
você quer devolvê-los?" tornou a perguntar o comerciante.
"Porque eles não rangem." Ele queria que os sapatos fizessem
barulho quando ele entrasse pelo corredor da igreja e que
todos tivessem a atenção desviada para ele. Esse tipo de
cristão é tão antigo quanto a própria igreja!


Será que a historieta do nativo não se parece um pouco com a
nossa própria vida? Não temos nós, também, a tendência de
buscarmos os holofotes para as nossas realizações? Parece
que não é suficiente atingir metas ou vencer desafios, mas
sim que as pessoas reconheçam e aplaudam as nossas
conquistas.


Na igreja, almejamos o cargo de dirigente do culto, de líder
do louvor, de pregador ou mestre da Palavra. Só assim
ficaremos expostos a todos, seremos vistos e, muitas vezes,
aplaudidos. Ser responsável pela oração, pelo preparo do
material a ser usado na reunião, ou zelador da Casa de Deus
não nos interessa. Afinal, quem dará valor a pessoas que não
aparecem na frente?


A vaidade não nos deixa perceber que, fazendo a vontade do
Senhor, mesmo que escondidos, poderemos ser muito mais
abençoados. Poderemos não receber os aplausos ou parabéns da
platéia presente, mas receberemos os aplausos e
reconhecimento do Deus Todo Poderoso que não olha apenas
para o exterior ou para o que acontece na frente da igreja,
mas principalmente para o coração daqueles que tem prazer em
servi-Lo.


Que tipo de sapato espiritual você prefere usar?

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
Paulo Adriano Rocha
NINGUÉM PODE TE AMAR COMO JESUS TE AMA!
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18 julho 2006

A HISTÓRIA DO RATINHO

A HISTÓRIA DO RATINHO
 
 
           
            Um certo ratinho havia saído da sua toca. Sua mãe, a ratazana, se aproximou dele e disse:
 
            - Meu filho, eu sei que você já está na idade de sair da toca, mas eu quero te avisar que lá fora é perigoso e você precisa tomar cuidado com o nosso inimigo, tome muito cuidado quando sair da toca!!
 
            E o ratinho, então, saiu da toca para o seu primeiro passeio.
 
            O ratinho começou a passear e, de repente, ele vê um galo que, por sua vez, bate as asas e canta:
 
            - Co-có-ri-cóooooooo!!!
 
            O ratinho, apavorado, saiu correndo e voltou, rapidamente, para a toca. Ele abraça a sua mãe e, com o coração disparado, diz:
           
            - Mãe!! Mãe, que medo!!! Eu vi o nosso inimigo. Ele é pavoroso, horrível!!!
 
            A mãe pergunta:
 
            - Como ele era?
 
            E o ratinho responde:
 
            - Ah, ele era alto, grande, cheio de penas, tinha uma crista vermelha na cabeça, tinha garras e unhas compridas, um bico comprido e ele gritava: Co-có-ri-cóooooooo!!!
 
            Então, a mãe disse:
 
            - Meu filho, esse não é o nosso inimigo. Pode passear sem medo, mas tome cuidado com o nosso inimigo!
 
            Aí, o ratinho saiu da toca mais tranqüilo, vai andando quando, de repente, ele vê uma criatura maior do que a primeira que ele havia visto, com mais pernas, uma crista também vermelha e aquele animal pavoroso fez:
 
            - Glu, glu, glu, glu....
 
            O ratinho levou aquele susto, coração dele disparou e ele saiu correndo para a toca.
           
            Quase sem ar, ele procurou a sua mãe, abraçou- a e, com medo, disse:
 
            - Mãe, eu vi o nosso inimigo!!! Ele é terrível, parece um demônio, eu tive medo só de olhar!!!
 
            - Como é que ele era, meu filho?
 
            - Ah mãe, ele era maior do que o outro, cheio de penas, tinha uma papa vermelha e fez assim: Glu, glu, glu, glu....
 
            A mãe falou:
 
            - Esse não é o nosso inimigo, filho. O nosso inimigo caminha silencioso, suavemente e anda sempre de cabeça baixa.;Parece muito humilde, dócil, muito manso, muito discreto; Tem uma aparência amável e deixa a impressão de que é inofensivo e muito bondoso. Se você o encontrar, fuja, pois este é o nosso inimigo!!!
 
            O ratinho desta história somos eu e você.
 
            A toca é a igreja, é a casa de Deus.
 
            A mãe desta história é o Pastor da igreja que adverte do perigo.
 
            Olha, o nosso inimigo não é o macumbeiro, porque esta tão visível o que ele faz, que não vai nos enganar dizendo que é Deus, pois ele mesmo diz  que não é Deus.
           
            O nosso inimigo não é o pai-de-santo, a mãe-de-santo.
 
            Nós temos um inimigo até mais perigoso que o diabo. Você está pensando que é o diabo? O diabo é, também, mas o inimigo verdadeiro, mais perigoso que o diabo, é o falso profeta.
 
            O Senhor Jesus, nas profecias dos últimos tempos, falou várias vezes para tomarmos cuidado com os falsos profetas.
 
            Ele nos advertiu três vezes no Evangelho de S. Mateus 24:
 
“Acautelai-vos...”
 
            Este é o nosso inimigo. Ele parece manso, humilde, amigo, inofensivo, bondoso, mas ele é cruel, porque está interessado em devorar a tua carne. Ele está interessado em te prender nas suas garras diabólicas. São os apóstolos fraudulentos, obreiros do próprio ventre.
 
            Sabe onde você pode aplicar esta ilustração, também?
 
            Na carta do Apóstolo Paulo aos Romanos 16:18 diz:
 
            “Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos símplices.”
 
            Este é o nosso inimigo. Então, quando você se encontrar com ele, fuja, tome cuidado!!!

Paulo Adriano Rocha
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To: Paulo Rocha
Sent: Sunday, July 16, 2006 10:56 PM

29 junho 2006

Que os avise (Lc 16.27-28)

QUE OS AVISE

Ele respondeu: "Então eu te suplico, pai:  manda Lázaro ir à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos. Deixa que ele os avise, a fim de que nao venham também para este lugar de tormento". Lucas 16.27-28

Assim falou o rico, no tormento, a Abraão, ao lado de quem estava Lázaro.

Se os mortos pudessem falar conosco, o que falariam?

Não haveria conversa de saúde física, nem de ganhos financeiros.

Não haveria papo de futebol nem de candidato
político.

Falariam uma coisa só: Deus nos deu esta vida a fim de que nos preparemos para a eternidade.

Os mortos não podem falar conosco.

Abraão deu uma resposta simples e contundente ao rico: para se prepararem para a eternidade, que os vivos leiam a Bíblia (verso 29).

A mesma resposta ainda vale para nós.

--Randal Matheny, copyright © 2006

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24 junho 2006

INTEGRIDADE DE CORAÇÃO



" Render-te-ei graças com integridade de coração...". (Salmo 119.7)

Sabemos que é difícil admitir, porém inúmeras vezes nosso coração se dá pela metade. Quando isto acontece, falta-nos a integridade. Ser íntegro significa ser pleno, completo, totalizado, sem parcialidade, sem pedaço. Por esta razão, a integridade, em sua própria natureza, não pode ser dividida ou mutilada. É tudo ou nada.

As palavras do salmista estão repletas de intensidade. É possível perceber que existe um coração que pulsa encantado por Deus. Há convicção, vontade, compromisso, gana, desejo e alegria. Mais que palavras, estão presentes sentimentos e posturas que embalam a gratidão.

Em tempos marcados pelos relacionamentos superficiais e artificiais, a Palavra de Deus é um convite à busca da plenitude. Até quando, se isto é possível, amaremos pela metade? Como permanecer se não há entrega? Por que investir se não acreditamos mais? Nada vale a pena se não for por amor. E o Senhor sabe disso...

Juntar os pedaços talvez seja um bom começo para que o coração se faça pleno. Encarar as perdas, as dores, os medos e as ausências podem indicar os primeiros passos de volta "ao primeiro amor" (Ap 2.4). Para tal, será necessário levantar os olhos, abrir os ouvidos e despertar a alma para encontrar a Deus nestes dias.

A integridade é um processo, assim como o enchimento de um copo com água. Gradativamente, permitimos os encontros, as falas, os toques, as confissões e as intimidades. Mais que uma condição acabada, a integridade é uma procura constante e, às vezes, pouco prazerosa. Neste sentido, a plenitude não é o fim, mas o modo pelo qual nos colocamos na direção de Deus, dos outros e de nós mesmos.

Por estas razões é que Ele espera de nós a entrega; simplesmente para que experimentemos também noutras dimensões da vida o que desejamos ser com Ele.

Rev. Sérgio Andrade

Deão da Catedral Anglicana da S.S. Trindade, Recife PE

revsandrade@uol.com.br

Recebi do Pão Quente Diário

22 junho 2006

Conhecia aquele lugar (Jo 18.2)

CONHECIA AQUELE LUGAR

Ora, Judas, o traidor, conhecia aquele
lugar, porque Jesus muitas vezes se
reunira ali com seus discípulos.
João 18.2

As pessoas sabem aonde ir para encontrar você? Conhecem tão bem os lugares que você freqüenta que iriam para lá em busca de você? Onde iriam para achá-lo?

Judas conhecia os hábitos de Jesus. Quando
chegou a hora de traí-lo, dirigiu-se para o
olival no monte das Oliveiras, fora da cidade
de Jerusalém.

Jesus se retirava freqüentemente da cidade
para orar e para partilhar a palavra com seus
seguidores. O olival era lugar propício para a
oração e o ensino, longe da agitação da cidade
e da pressão das pessoas que queriam vê-lo.

E qual o lugar que você freqüenta? O bar? O
baile? O balcão da padaria? O sofá na frente
da TV?

Ou no meio dos cristãos? Na sala de estar de
uma família que precisa ouvir o evangelho? No
quarto fechado para momento de oração?

Seus hábitos espirituais são tão bem
estabelecidos que até seus inimigos os
conhecem?

--Randal Matheny, copyright © 2006

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http://deusconosco.com/2006/06/22/conhecia-aquele-lugar/

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