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15 junho 2017

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23 dezembro 2015

NATAL, UMA HISTÓRIA DE AMOR.



Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3.16.

Sim, natal é uma história de amor. Não como dos romances que nós vemos retratados nos folhetins ou nos filmes, mas a história de um amor sacrificial além de qualquer compreensão ou imaginação.
Lá no Éden, o homem resolveu seguir seu próprio caminho, desviando-se da vontade de Deus e caindo nos laços enganosos do inimigo. Mas Deus já tinha seu plano preparado (Ap 13.8) e prosseguiu com esse plano. Mesmo sendo custoso para o Pai, Ele abriu mão de seu bem mais precioso, seu próprio Filho para trazer o homem de volta para si. Natal não é a história de um homem que vai a Deus e, sim, de um Deus que vem ao homem. Torna-se um como ele, vive com ele... E morre por ele.
Nunca haverá prova de amor como essa. Nunca haverá presente como esse. Nunca haverá um dia como aquele em que o Pai abraçou o filho e disse: “Vá lá e traga-os para nós. Mesmo que isso signifique ficar sem você por um tempo aqui, e, embora você vá sofrer, lembre-se que vai voltar para cá”.
Natal é aceitar esse presente do amor de Deus e viver para Ele.

31 janeiro 2015

Que terminem os jogos

De: Marco Aurelio Brasil

Eu sempre fui e continuo sendo apaixonado por jogos. Uma fatia relativamente grande de minha infância foi passada à frente de um tabuleiro de War, Detetive, Scotland Yard, Leilão de Arte, Combate, Interpol ou Banco Imobiliário e ainda hoje não rejeito jogar Colonizadores de Catan com meus meninos ou algum jogo inocente de baralho nos momentos de folga. Ainda assim, suspeito que a dinâmica dos jogos transportada para as outras áreas da vida seja responsável por algumas de nossas grandes mazelas.

A dinâmica dos jogos é simples: eu quero ganhar, e para conseguir isso, vou ter que fazer você perder. É uma questão de determinar quem é superior.

Não acredito que os jogos ensinem esse desejo a ninguém, a dinâmica dos jogos aparece muito antes do primeiro jogo. Aparece ali próxima dos dois anos de idade e você pode encontrá-la na criança pequena que chama todo brinquedo de "meu" (sobretudo na presença de outra ou outras crianças) ou que faz questão de falar para as outras crianças que alguma coisa sua (o pai, o carro, a casa, etc) é "mais grande".

A dinâmica dos jogos se revela cedo e não sai de cena jamais. Está na mulher que quer que seu sapato novo seja notado, que quer ser a mais magra da festa, que se esforça pra que sua sobremesa seja a mais elogiada do almoço de família. Está no homem que estaciona duas quadras antes da igreja onde vai acontecer aquele casamento porque sabe que seu carro não é nada impressionante, que posta fotos no Facebook com ar blasé em algum paraíso tropical como se aquilo fosse sua rotina e que puxa os tapetes necessários para conseguir uma promoção e assim poder ostentar um relógio melhor. Melhor do que os dos outros, claro. Está na necessidade de “fazer um nome”, de ser desejado e admirado.

A dinâmica dos jogos está em absolutamente todo canto. Na disputa eleitoral, na queda de braço por poder dentro da família, da igreja, da empresa ou do clubinho de escoteiros. Está numa conversa aparentemente pueril entre amigos (quem tem a história MAIS engraçada? quem sabe MAIS de economia ou política? quem tem a informação privilegiada que NINGUÈM mais tem? quem tem o filho mais lindo cute-cute ou mais obediente?) Está na creche e no asilo. É onipresente. 

É ela que nos faz amar a história de Davi e Golias e coçar a cabeça com histórias como a de Jó, João Batista e Tiago.

Nosso apego à dinâmica dos jogos revela a quem pertencemos. Revela quem manda nessa bagaça. Falando de Satanás, a Bíblia diz: "E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono..." (Isaías 14:13). Pura dinâmica dos jogos. Em contraste (e que contraste!), Cristo “tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. elo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano,ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte — morte de cruz” (Efésios 2:6-8 NTLH).

O exemplo eloquente de Jesus mostra que todos estamos mesmo disputando um jogo, um jogo desesperado, de vida ou morte. Mas o oponente não são os outros, somos nós mesmos. O ego é o inimigo a ser batido, pisado e surrado. É preciso perder para ganhar.

Cristo está convidando a gente para brincar de um jogo totalmente diferente hoje. O jogo do “esvaziar-se”. Quem quer brincar põe o dedo aqui!

Feliz sábado, @migos!
Marco Aurelio Brasil, 30/01/15

10 setembro 2014

Estamos no tempo do fim…

Mateus 24:1 E, quando Jesus ia saindo do templo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do templo.
2  Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.
3  E, estando assentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular, dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?
4 ¶ E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane,
5  porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
6  E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.
7  Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.
8  Mas todas essas coisas são o princípio das dores.
9  Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome.
10  Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão.
11  E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos.
12  E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará.
13  Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.

25 agosto 2014

Arão x Jesus

Ontem estive lendo Êxodo 28. É a parte onde Deus dá a Moisés o modelo da roupa sacerdotal de Arão, que seria o Sumo Sacerdote, aquele que intercederia junto a Deus pelo seu povo. É interessante pensar em como Deus é cuidadoso e organizado e pensou em tudo nos mínimos detalhes, mas três versos me chamaram a atenção quando eu estava lendo:

12 – E porás as duas pedras nas ombreiras do éfode, por pedras de memória para os filhos de Israel; e Arão levará os seus nomes sobre ambos os seus ombros, para memória diante do Senhor

29 – Assim Arão levará os nomes dos filhos de Israel no peitoral do juízo sobre o seu coração, quando entrar no santuário, para memória diante do SENHOR continuamente.

38 – E estará sobre a testa de Arão, para que Arão leve a iniquidade das coisas santas, que os filhos de Israel santificarem em todas as ofertas de suas coisas santas; e estará continuamente na sua testa, para que tenham aceitação perante o SENHOR.

Arão era aquele que iria oferecer sacrifícios pelo povo, pedir perdão pelos seus pecados e para isso, Deus lhe fez carregar o povo no seus ombros, no seu coração e na sua testa.

Jesus também é o nosso Sumo Sacerdote (leia Hb 4.14; 5.10; 6.20; 7.26; 8.1-3; 9.25). O seu sacrifício foi maior do que todos os outros anteriormente realizados. Através do sangue de Jesus, recebemos a vida e vida eterna. Quando ofereceu o Sacrifício de Expiação por nós, Jesus carregou em seus ombros a pesada cruz, com nossos pecados. Teve em sua cabeça uma coroa de espinhos (que somente Ele deve saber o quanto doeu); e no seu coração, derretido com cera (Sl 22.14), estava o seu imenso amor. E ainda depois de morto foi ferido no seu lado. Jesus te amou tanto que deu sua vida por você e o seu amor permanece de pé até hoje. Ali na cruz o teu nome estava gravado em seus ombros, em seu coração e em sua testa. Como deixar de atentar para tão grande amor?