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28 março 2008

Um Prazer Incomparável

 Um Prazer Incomparável

"Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo" (Lucas 10:27).

Conta-se a história de uma grande personalidade que estava sendo homenageada em um palanque armado junto à Estação Ferroviária local. Enquanto os cidadãos importantes faziam seus discursos, uma senhora idosa lutava para levar suas pesadas bolsas até o local de embarque. Pedindo licença a todos, ele se levantou e apressadamente foi ao encontro da senhora. Pegou suas bolsas e as carregou até o trem que a levaria para passear, desejando-lhe uma boa viagem. Ao retornar para o local das homenagens, ele falou: "Desculpem-me, mas estava ocupado com o que mais satisfação me dá diariamente."

Qual tem sido a nossa maior satisfação e o que mais enche de gozo o nosso coração? Os aplausos e a notoriedade que nossos atos despertam ou o privilégio de ajudar ao nosso próximo como gratidão ao muito que o Senhor tem feito por nós?

Às vezes trabalhamos muito com o propósito de receber honrarias. Ficamos felizes ao receber tapinhas nas costas e palavras do tipo: "Parabéns, o que você fez é digno de aplausos." E, se o reconhecimento não vem, fechamos o semblante, arrependemo-nos do que fizemos e ainda comentamos: "Não contem mais comigo para nada!"

Não há homenagens que substituam o prazer de ver o sorriso de alguém que estava em necessidade, nem o brilho de regozijo nos olhos de uma pessoa que até pouco tempo antes era ocupado por amargura e lágrimas, nem o abraço de contentamento de uma vida que já se conformava com o fracasso e a desesperança.

O egoísmo e a vaidade não podem nos oferecer coisa alguma. Deixe que o amor de Deus use sua vida em prol daqueles que estão à sua volta. O Senhor abrirá, para você, um novo horizonte de felicidade.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

 

Paulo Adriano Rocha

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25 março 2008

Coragem! Persevere!

Coragem! Persevere!

"mas eu perseverei em seguir ao Senhor meu Deus" (Josué 14:8).

Um evangelista que estava enfrentando desânimo e crítica, um
dia disse para um colega: "Don Guillermo, eu estou pensando
em abandonar tudo".
Guillermo respondeu: "Por que você
mostra sua resignação para mim? Quando você começou seu
trabalho, disse-me que havia sido chamado pelo Senhor Jesus
Cristo para pregar ao mundo sobre Ele. Eu creio que o melhor
seria você apresentar sua resignação para A pessoa que o
chamou. Vamos dobrar nossos joelhos aqui, e você dirá a Ele
que vai abandonar seu ministério. Deixe que Ele ouça o que
acabou de me dizer -- que é muito difícil, que muitas
pessoas criticam você. Diga ao Senhor -- Ele é A pessoa que
enviou você". "Bem, eu receio fazer isto",
ele respondeu.
"Eu temo que Ele me mande continuar com o trabalho". "Se é
isso que Ele quer, não acha que seria melhor você
prosseguir?" "Eu creio que sim!"
Enchendo-se de coragem e
recusando olhar para trás, o evangelista continuou a "arar a
terra e semear para a glória de Deus". ("Lembre-se de todo o
Caminho", William C. Townsend)

Quantas vezes nós pensamos em desistir de nossos sonhos
simplesmente porque o caminho é duro e cheio de percalços?
Quantas vezes ouvimos alguém nos dizer que estamos perdendo
tempo ou que nunca conseguiremos atingir nossos propósitos?
Por que insistir? Por que conservar a tal esperança que
parece nunca irá se materializar?

Quando verdadeiramente aceitamos o ministério que Deus nos
confiou, precisamos estar preparados para a dureza da
caminhada e para as críticas que em todo o tempo nos
acompanharão. Afinal, sempre houve e sempre haverá
obstáculos na caminhada do servo de Deus. Serão as pedras do
caminho, as pedras que teremos de carregar nas costas e as
pedras que serão atiradas contra nós.

"Desista!" uma voz murmurará em nossos ouvidos. Mas, por que
desistir? Somos filhos do Altíssimo. Somos chamados e
enviados por Ele. Maior é o que está em nós do que o que
está no mundo. Se desviarmos a atenção daquela voz
insistente, mas insignificante, poderemos contemplar o
Senhor Jesus Cristo nos dizendo: "Coragem! Eu estou ao seu
lado! Continue! Não há coisa alguma neste mundo que possa
impedir a sua conquista. Eu estou e sempre estarei com você!"

Paulo Roberto Barbosa.
Um cego na Internet!

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20 março 2008

Páscoa - Apenas Trinta Moedas

 

"Mas tudo isso aconteceu para que

se cumpram as Escrituras dos profetas.

Então todos os discípulos, deixando-O, fugiram.”.

( Evangelho de Mateus, 26.56)

Judas negociou seu Mestre por trinta moedas (valor de um escravo). Apenas trinta! Podemos pensar: “Que traição! Isso é revoltante! Jesus era tão Bom, tão Justo, tão Amoroso... como pôde Judas agir daquela forma?”. Se o colocássemos em um tribunal, tendo a qualquer um de nós como juiz, a condenação seria certa por grande traição - e a sentença, a morte. Sem sombra de dúvida! O fato é que geralmente somos espiritualmente precisos quando se trata de apontar e condenar os erros dos outros, e fortuitamente míopes para encontrar os nossos, ao ponto de não percebermos, como disse Jesus, a trave que está diante dos nossos olhos!

                            Quantas moedas temos recebido,  todas as vezes em que, inocentemente,  trocamos o nosso Mestre por algo? Quantas moedas temos recebido quando, nos intitulando Seus seguidores, abrimos mão do privilégio de nos alimentar somente da Sua Palavra, e corremos atrás de fábulas sincréticas e delírios espirituais, que entre nós - cristãos - se reproduzem aos montes? Moedas da euforia ilusória, da atrofia espiritual e da vida cristã débil...

                            Incoerentemente, há quem se comova com a morte bárbara de Jesus na cruz (atitude graciosa d´Ele, que pela fé nos salva totalmente de qualquer condenação), mas acredita que mesmo depois de tudo o que Jesus fez, ainda é preciso boas obras para garantir tal salvação. Muitos dentre nós até gostam de Jesus, das Suas palavras, se dizem cristãos, mas interiormente agem como quem anula os efeitos espirituais do Seu sacrifício na cruz. Acreditam erroneamente que para ser salvo, apesar da cruz, é  preciso fazer por onde...  Será que isto não é, de fato, trocar e vender o sacrifício caríssimo de Jesus na cruz por um valor ínfimo? Mudam apenas as moedas e os Judas, mudam apenas de nomes... Pensar e agir assim é traição! Cristo não veio ao mundo para ser traído (apesar de ter sido), mas para salvar o mundo da condenação. Ele não morreu na cruz porque O mataram, morreu porque deu Sua preciosa vida para que a nossa vida tivesse sentido, e a vida eterna fosse uma realidade - não para que vivêssemos pensando que o futuro é vagar em outras esferas espirituais. Trinta moedas!

    O que nos difere de Judas? Precisamos ser honestos para reconhecer que temos barateado o que não tem preço. No passado, foram apenas trinta moedas. Hoje, elas são inúmeras e imperceptíveis... Diante disso, estejamos arrependidos para acertar nossas contas com Jesus, sob o risco de, como Judas, estarmos ao ponto de dar cabo das nossas vidas... por tão poucas moedas.

    Boas futuras páscoas!

Rev. Ricardo César Vasconcelos

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15 março 2008

Um Amigo De Verdade

Um Amigo De Verdade

"...chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer" (João 15:15).
 
Um príncipe bárbaro, veio um dia a Atenas e ofereceu-se para estar sob as ordens de Cimon, o almirante que havia consolidado a supremacia de Atenas sobre as demais cidades gregas. Para assegurar-se de que seria bem recebido, o príncipe trouxe dois vasos -- um cheio de peças de ouro e o outro de peças de prata, colocando-os diante da porta de Cimon. O almirante olhou para os vasos e sorriu. "Você preferiria ter-me como seu mercenário ou como seu amigo?" perguntou ao príncipe. "Como meu amigo", respondeu o homem. "Vá," Cimon respondeu, "e leve estas coisas com você. Se eu sou seu amigo, seu dinheiro será meu sempre que eu necessitar dele." (Moody)

Muitas vezes, sem que percebamos, estamos fazendo o mesmo que aquele príncipe bárbaro. "Senhor, se tu me deres um bom emprego, uma boa casa, um carro novo, bênção sem medida... eu te darei o dízimo do que receber." Ou, "Senhor, se tu curares minha filha, eu prometo ir à igreja, ajudar nos trabalhos, cantar nas reuniões, etc." Estamos apenas propondo trocas a Deus e o Senhor não faz trocas. Devemos fazer tudo aquilo que prometemos, não para receber algo em retribuição, mas como gratidão por tudo que já recebemos de Deus em toda a nossa vida.

O Senhor quer ser nosso amigo e que sejamos Seus amigos. O nosso relacionamento deve ser de amor e devemos oferecer tudo o que somos e temos a Ele, porque Ele já tem nos oferecido tudo o que há de melhor neste mundo, porque tem prazer em nos abençoar.

Todas as bênçãos materiais e espirituais já estão à nossa disposição. Muitas vezes não as recebemos porque não as buscamos. Deus as tem guardado e deseja ardentemente que aprendamos a ir a Ele em primeiro lugar. E o que fazemos? Saímos à procura de nossa satisfação em vários lugares equivocados e, quando concluímos que são enganosos, voltamo-nos para o Senhor que se entristece pelo tempo que desperdiçamos.

O Senhor Jesus é o nosso melhor amigo. Tem nos feito conhecer tudo o que há de bom para nossa felicidade. Você O tem procurado?

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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Paulo Adriano Rocha
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11 março 2008

Não Beba -- Valorize-se!!!

Não Beba -- Valorize-se

"Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito
Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e
que não sois de vós mesmos?" (1 coríntios 6:19)

Em uma bela noite de outubro, um homem caminhava,
embriagado, em direção à sua casa. Levava consigo um fardo
pesado. Seus pés, titubeantes, faziam seu corpo cambalear.
Quando se deu conta, estava deitado em uma sarjeta. Um porco
se aproximou e deitou-se ao seu lado. Então ele disse:
muito bom quando companheiros se reúnem."
Uma senhora ia
passando pelo local e ele ouviu quando ela falou: " Pode-se
conhecer um homem que bebe pela companhia que ele escolhe."
Logo em seguida o porco se levantou e lentamente afastou-se dali.

É muito doloroso para um pai ou uma mãe, ver um filho chegar
em casa embriagado. O filho amado, criado com todo cuidado e
atenção, muitas vezes levado com carinho para a Escola
Bíblica, se apresenta diante deles como um farrapo humano,
desfigurado, destruído, sem dignidade. Igualmente
angustiante é a cena de um bêbado para a sua esposa e
filhos.

Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança com o propósito
de que zelasse por seu corpo, que cuidasse dele com carinho
e amor próprio, valorizando a sua importância. Como morada
do Espírito do Senhor, o homem precisa conservar seu coração
puro e suas mãos limpas. Só assim engrandecerá a Deus,
deixará seus pais cheios de orgulho e sua esposa e filhos
plenos de alegria e admiração.

Que prazer pode haver, para nós, homens ou mulheres, ir para
um bar ou uma festa qualquer, e sair de lá tropeçando nas
próprias pernas? Que proveito nos trará? Que problemas
poderá solucionar? Se estamos nos sentindo por baixo, muito
mais baixo ficaremos. Se queremos fugir de alguma luta, não
conseguiremos ir a lugar algum. Se queremos esquecer dos
fracassos, acabaremos tendo que lembrar de mais um.

Cuide-se. Valorize seu corpo e sua vida. Você é muito
importante e muito amado por aqueles que lhe cercam e,
principalmente, por Deus.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

Paulo Adriano Rocha
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09 março 2008

Santos Dentro De Casa (em especial para os casados)

 Santos Dentro De Casa

"Para que unânimes, e a uma boca, glorifiqueis ao Deus e Pai  de nosso Senhor Jesus Cristo"

(Romanos 15:6).

Em sua biografia, Pierre Loti conta que, quando era um menino pequeno, ao ler histórias da vida dos santos, aspirou tornar-se também um santo. Resolveu imitar Simeon Stylites, que viveu em cima de um pilar e ganhou reputação de  santidade. Ele colocou um tamborete alto na cozinha, subiu em cima e anunciou seu plano de permanecer ali por quarenta anos. Sua mãe e a cozinheira não permitiram a sua presença na cozinha e ao final de uma hora ele registrou em seu diário: "Descobri, com muita tristeza, que é muito difícil ser um santo vivendo junto com a família."

Ao refletir sobre esta história engraçada da infância do romancista francês, a que conclusão chegamos? A nossa vida junto com a família tem sido uma motivação para buscarmos a Deus e caminhar sob Sua direção ou uma fonte inesgotável de razões para nos afastar de sua presença? Temos cooperado, com nosso testemunho, para que a nossa casa seja uma bênção para seus moradores e para os visitantes ou servido de escândalo e vergonha ao nome do Senhor.

Quando dizemos, na frente de nossos filhos, "diga que não estou" quando alguém que não desejamos receber, nos procura à porta, contribuímos para que cresçam e sejam tão mentirosos quanto nós. Quando discutimos em casa ou proferimos palavras agressivas, também mostramos que não temos domínio próprio e equilíbrio e abrimos as portas para que nossos filhos ajam da mesma forma.

Como filhos de Deus precisamos testificar da ação de Seu Espírito em nós. Aquilo que plantarmos em nossa casa florescerá e dará frutos. Quando semeamos amor e compreensão, certamente não colheremos rancor e rebeldia. Quando semeamos respeito e cordialidade, toda a nossa casa transmitirá o perfume do amor e o entendimento gerará uma comunhão perfeita sob a graça e a unção do nosso Deus.

Maridos e esposas, pais e filhos, irmãos e amigos, debaixo da potente mão de Deus serão sempre brilhantes e contagiantes, para todos que os visitam e, especialmente, na convivência diária entre si.

Sim, é possível ser santo vivendo com a família.

Paulo Roberto Barbosa.
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06 março 2008

Memória da Escravidão e o Preço da Liberdade

 

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Esta é sem dúvida a festa cristã mais importante do calendário litúrgico, mas poucos dão a ela a relevância que a mesma reclama. No Brasil, particularmente no Nordeste, dois elementos se tornaram dominantes na tarefa de simbolizar a Páscoa: o chocolate e os espetáculos. Eu não quero diminuir o valor e a importância de nenhum dos dois, principalmente do primeiro, mas obviamente que ambos são periféricos e nem sequer tangenciam os grandes desafios que esta época do ano evoca.
   O chocolate não o faz, porque é uma tradição importada da Europa, que remonta ao hábito nórdico de dar ovos decorados aos amigos neste período do ano, e acaba falando mais ao estômago que à alma. Já os espetáculos não o fazem, porque impressionam mais pela performance dos atores que naquele momento encenam um drama, que poderia ser de Shakespeare ou de um outro grande escritor, do que pelo conteúdo das falas e vidas envolvidas.
Para compreender o sentido da Páscoa, precisamos nos reportar ao livro de Êxodo, ao instante mesmo em que ela foi instituída por Deus, através de Moisés (capitulo 12).

Primeiramente, a Páscoa é uma ceia, algo que não se deve fazer sozinho, é um ato da coletividade, sobretudo da família (é uma festa para ser celebrada entre os seus).

Em segundo lugar, ela é um marco entre o estado de escravidão e a liberdade que se anuncia próxima. Através dela nos recordamos do amargor dos dias que passamos sob os rigores da exploração, dos dissabores de uma vida sem sentido, a serviço dos interesses alheios, onde éramos vistos como máquina, números, contingente de manobra, de quando fomos feitos coisa (res).

E em terceiro, lugar é preciso comer de pé e vestidos para partir, como se dizendo que somos seres “de partida”. Se há um signo supremo sobre o povo de Deus é este, eles estão “de partida”.
Mas o mais importante símbolo da Páscoa é o “sangue do cordeiro” que foi aspergido sobre os umbrais das portas das casas para que o anjo da morte não toque as famílias nelas abrigadas. A morte do cordeiro nos livra da morte dos nossos filhos. Seu sangue em nossas portas nos protege da visita da desgraça e da calamidade. O dia em que os cordeiros foram mortos no Egito foi o mesmo em que morreram muitos primogênitos. Filhos queridos, sacrificados para que um povo fosse libertado, para que um coração fosse quebrantado, para que uma profecia fosse cumprida. É um preço caro demais. Fosse eu juiz de tudo, inclusive da história, e me perguntassem se gostaria que a liberdade do povo de Israel se construísse deste modo, diria que não. Preferiria que continuássemos buscando soluções menos gravosas, esgotássemos a diplomacia... quem sabe mais piolhos?
Esperamos que nesta Páscoa nós tenhamos tempo para lembrar da época em que éramos escravos e vivia perdidos, alheios à vida da Graça em Cristo Jesus e nos recordemos que para que pudéssemos ter a paz com Deus que agora temos foi preciso que o filho amado do Pai se entregasse em nosso lugar.
        Feliz Páscoa!
        Com carinho,
        Rev. Martorelli Dantas
        Igreja Epsicopal Carismática do Brasil

04 março 2008

Sozinhos - Longe Do Pai

Sozinhos - Longe Do Pai

"fizeste-me conhecer os caminhos da vida; encher-me-ás de
alegria na tua presença" (Atos 2:28).

Um jovem rapaz foi convidado a ir pescar no final de semana.
Ele, com cordialidade agradeceu mas recusou o convite. Seus
amigos insistiram e, vendo que não o convenceriam,
perguntaram o motivo pelo qual não iria com eles. Este
respondeu que seu pai não permitiria que fosse sozinho.

Até que ponto temos agido como o jovem de nossa ilustração?
Temos desobedecido a nosso Pai, ausentando-nos de Sua
presença, nos cultos da igreja, buscando outros interesses
que podem garantir uma satisfação passageira ou, ignorando
convites enganosos, temos preferido estar junto a Ele onde a
alegria é perfeita e duradoura?

O que fazemos, quando deixamos o Seu caminho para buscar
outras fontes de prazer, nada mais é do que estar sozinhos
sem a Sua proteção e a Sua bênção. Não que Ele nos impeça de
ter bons divertimentos, mas ensina-nos que "todas as coisas
são acrescentadas" quando O colocamos em primeiro lugar. Há
momentos que devemos estar com o Senhor e há momentos que
Ele precisa estar conosco. Há momentos que devemos deixar os
interesses pessoais para prestar-Lhe culto e há momentos que
podemos usar para nosso divertimento. E quando nos
divertimos, o melhor é ter sempre o Senhor ao nosso lado,
seja qual for o lugar para onde vamos.

Podemos ir à praia, praticar esportes, dar passeios e mesmo
pescar, o assunto de nossa ilustração. Deus quer que
estejamos sempre alegres. O errado é deixar Deus de lado
para fazer qualquer dessas coisas. Devemos sempre convidá-Lo
a ir conosco. A nos acompanhar para todos os nossos
programas. Ele irá com prazer e Se alegrará com a nossa
felicidade.

O jovem da nossa história recusou o convite dos amigos
porque era dia de estar com os irmãos na casa do Pai.
Poderia sair para divertir-se qualquer outro dia. E você?
Faz o mesmo ou prefere ir para outros lugares, mesmo sabendo
que estará sozinho?

Paulo Roberto Barbosa.
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Devocional Para Hoje : Colossenses 3:4

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  D E V O C I O N A L   P A R A   H O J E
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                                        Terça-feira,  4 de Março, 2008

VERSÍCULO:
   Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês
também serão manifestados com ele em glória.
    -- Colossenses 3:4

PENSAMENTO:
   Hoje, meu mundo está lindo - clima ótimo, igreja maravilhosa,
cônjuge amoroso, filhos ótimos, e estou abençoado com tudo que
realmente preciso. Mas isso vai mudar. A vida está ligada com a
mortalidade. O amor está ligado com pessoas imperfeitas. A
separação por distância geográfica, desentendimento e morte
certamente vão acontecer com certa garantia. A incrível bênção que
eu tenho em Cristo, porém, é que minha vida verdadeira e eterna
está com Cristo em Deus. Então, mesmo que as coisas na minha vida
sejam boas agora, serão sempre vulneráveis para serem tocadas pela
mortalidade. Quando Cristo vier, tudo será gloriosamente perfeito e
sem manchas do mal, da morte ou da decomposição. Isso é uma boa
nova!

ORAÇÃO:
   Santo e Justo Deus, obrigado pela sua generosa graça que me
salvou do pecado. Obrigado por Jesus, cuja ressurreição dos mortos
assegura a minha ressurreição à vida com o Senhor e a reunião que
terei com todos aqueles que pertencem ao Senhor. Até aquele dia
quando poderei Lhe louvar face a face, por favor, receba minha
gratidão e louvor em nome de Jesus. Amém.

http://www.iluminalma.com.br/dph/1/0304.html



 DEVOCIONAL PARA HOJE de iluminalma
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Devocional Para Hoje é um versículo bíblico diário, com um pensamento
e uma oração para focalizar a sua mente na Palavra de Deus e para
prepará-lo para o dia.  O autor é Phil Ware <phil@iluminalma.com.br>
e vem do site da internet www.iluminalma.com.br.  Visite
http://www.iluminalma.com.br para descobrir ainda mais para abençoar
a sua vida.

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01 março 2008

A Bênção Que Insistimos Em Não Buscar (Profunda...)

A Bênção Que Insistimos Em Não Buscar

"Os leõezinhos necessitam e sofrem fome, mas àqueles que
buscam ao Senhor, bem algum lhes faltará" (Salmos 34:10).

John R. W. Stott admitiu, certa vez, uma verdade que muitos
de nós sentimos mas não confessamos: "A fonte de mais
profunda alegria, ou seja, estar a sós e sem qualquer pressa
diante de Deus, certo de Sua presença, com meu coração
aberto à adoração, é, frequentemente, a coisa que menos desejo fazer."

É estranho reconhecer que sabemos onde está a fonte de nossa
felicidade sem que a busquemos, mesmo nada havendo que nos
impeça de procurá-la. Fazemos de tudo para alcançar a
realização de nossos sonhos; empenhamo-nos em ir a todos os
lugares que nos indicam e não descansamos um só momento
nesta caminhada. Sofremos pelos fracassos, angustiamo-nos
pelo tempo perdido e, às vezes, chegamos ao porto de nossas
realizações quando já há pouco tempo para desfrutar da
alegria que "sempre soubemos onde estava."

Na presença do Senhor está a paz que ansiamos, o amor que
mudará toda a nossa forma de pensar, a alegria que tanto nos
faz falta, a vida abundante que nos deixará antever o que
nos espera na vida eterna.

E por que viramos as costas a Deus? Por que teimamos em nos
afastar dele? O que podem ter as luzes do mundo para desviar
nossos olhos e pensamentos do Senhor? Talvez o encantamento
da aventura, a excitação provocada pela tomada de posição
rebelde, a magia do conhecimento do desconhecido.

Mas tudo isso contribui apenas para que percamos as bênçãos
que o Senhor nos tem destinado. Com Ele as aventuras são
muito mais agradáveis porque gozaremos da alegria daqueles
que caminham longe dele, sem o perigo de perder o rumo e a salvação.

Que possamos lutar contra nossos desejos carnais e oferecer
ao Senhor, em Sua presença, os melhores momentos de nossa vida.

Paulo Roberto Barbosa.
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