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28 dezembro 2012

Meus votos de 2013!

 Porque Deus está perto

Confiarei e não temerei. Isaías 12:2


Célio tinha medo de ficar sozinho no quarto lá em cima sem a luz acesa. Então a mãe dele amarrou um cordão à chave do interruptor e deixou a ponta do cordão amarrada na cabeceira da cama. E assim, depois disto Célio podia acender ou apagar a luz da cama.

Então a mãe de Célio sentou-se com ele para conversar: — Era uma vez um menino pequeno perdido numa floresta. Quando anoiteceu e ficou escuro, começou a chorar. Então uma coisa encostou na sua perna. Era seu cachorrinho. O menino ficou tão contente de ter o cachorrinho ali junto, que parou de chorar. Pouco mais tarde o pai dele o encontrou e assim o menino não ficou mais com medo nenhum.

— Eu não tenho medo quando papai está comigo, disse Célio.

— Deus é nosso Pai do céu, a mãe lhe disse. Ele está sempre junto de nós. E Seu Filho Jesus também. A pessoa que sabe que Jesus a ama diz então: "Confiarei e não temerei."

— Eu sei que Deus me ama, disse Célio. Mas como posso aprender a confiar nele?

— Por que você confia em mim? perguntou a mãe.

— Porque a senhora me atende quando eu a chamo.

— Bem, a mãe disse. Jesus está sempre mais perto de você do que eu posso estar.

Ele disse: "Estou convosco todos os dias" — sempre, sempre. Ele o ama, e Ele pode fazer muito mais por você do que eu posso.

Célio pensou sobre isto alguns instantes. Depois disse: — Mamãe, quando a senhora tiver saído, eu vou apagar a luz.

Quando a mãe saiu, Célio disse a Jesus : "Confiarei não temerei". Puxou o cordão e logo estava dormindo tranquilamente.

"Que o seu 2013 seja sempre de muita confiança, sabendo que Deus está consco! Desejo muitas coisas boas pra sua vida, hoje, amanhã e sempre! Abraço grande!"


--
Paulo Adriano Rocha
NINGUÉM PODE TE AMAR COMO JESUS TE AMA!
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21 dezembro 2012

FELIZ NATAL!

O Presente da aluna
O fruto do Espírito consiste em toda a bondade. Efésios 5:9

No último dia de aulas antes das férias, o segundo ano do Colégio Betel fez uma festinha de Natal. Todas as crianças, menos uma, trouxeram presentes para dar à professora. Maria Luísa foi a única que não tinha trazido presente. Era de família bem pobre.
Enquanto Maria Luísa, assentada no seu lugar, assistia à entrega dos presentes que as outras crianças davam à professora, ela sentia vontade de chorar. Que é que a professora iria pensar dela? Ai, como ela queria ter alguma coisa para dar, a fim de mostrar o seu amor!
D. Edite olhou para Maria Luísa com o rosto todo em sorrisos. — Seria o melhor presente de todos, ela disse com toda sinceridade.
Maria Luísa queria dar à professora alguma coisa porque a amava. Nós amamos a Deus porque Ele primeiro nos amou e deu-nos Seu Filho Jesus. Jesus deu a vida por nós e Ele nos dá o Espírito Santo. Quando amamos a Deus, ficamos contentes de poder dar-lhe alguma coisa.
Deus se alegra ao receber nossos presentes quando nós O amamos. E ser bom é o melhor presente que podemos dar-Lhe para mostrar nosso amor.
Deus quer que sejamos bons e façamos o bem. Ele nos faz bons quando Jesus põe o Espírito Santo em nossos corações. A Bíblia diz: "O fruto do Espírito consiste em toda a bondade." Nós sermos bons mostra que o Espírito Santo está presente em nós.

Passando pra desejar aos meus amigos um Feliz Natal cheio da bondade do Senhor em e através de nossas vidas. Que Cristo esteja presente em cada família, aquecendo a todos com seu amor e suas bençãos.

Deus abençoe vocês!
--
Paulo Adriano Rocha
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29 novembro 2012

FÉ: VIDA

“Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé” (Hc 2.4; Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38).

Quando o Espírito Santo repete com frequência o que diz, está apelando, desse modo, para nossa atenção especial. Uma doutrina declarada com tanta frequência deve ser pregada constantemente. Uma doutrina declarada com tanta frequência deve ser recebida por cada um de nossos ouvintes sem a menor hesitação.

Se lermos com precisão, verificaremos que a Bíblia não contém repetições. O contexto dá novo sentido a cada aparente repetição.

Nosso primeiro texto (Hc 2.4) apresenta a fé como algo que capacita o homem a viver em paz e humildade, conquanto a promessa ainda não tenha chegado a seu cumprimento. Enquanto esperamos, vivemos pela fé e não pela vista. Somos, desse modo, capazes de resistir em face dos triunfos temporários dos maus. Desse modo, somos preservados da impaciência orgulhosa em face da demora.

Nosso segundo texto (Rm 1.17) apresenta a fé como algo que opera a salvação do mal que há no mundo, mediante a lascívia. O capítulo em que esse versículo se encontra apresenta terrível visão da natureza humana, e significa que somente a fé no evangelho pode trazer-nos fé, na forma de:

Esclarecimento mental da vida, no que concerne ao verdadeiro Deus (Rm 1.19-23);

Pureza moral da vida (Rm 1.24 e ss.).

Nosso terceiro texto (Gl 3.11) apresenta a fé como algo que nos traz a justificação que nos salva da sentença da morte. Nada pode ser mais claro, mais positivo, mais completo do que essa declaração de que ninguém é justificado diante de Deus, exceto pela fé. Tanto a negativa quanto a positiva são bastante claras.

Nosso quarto texto (Hb 10.38) apresenta a fé como a vida da perseverança final. Há necessidade de fé, enquanto aguardamos o céu (vv. 32-36). A ausência de tal fé nos levaria a retroceder (v. 38). Esse retrocesso seria um indício fatal. Esse retrocesso nunca pode ocorrer, pois a fé salva a alma de todos, mantendo seu rosto voltado até o fim, para o céu.

Que pode fazer aquele que não tem fé?

De que outro modo pode ser aceito por Deus?

Em que base pode desculpar sua descrença em seu Deus?

No Talmude, os judeus têm esta declaração: “Toda a lei foi dada a Moisés no Sinai, em seiscentos e treze preceitos”. Davi, no salmo 15, os reduz a ONZE. Miqueias, a TRÊS (6.8). Isaias, a dois (5.6). Habacuque, a este: “O justo viverá pela sua fé” (Lightfoot).

Crer em Deus não é coisa de somenos; é o indício de um coração reconciliado com Deus, o sinal da verdadeira espiritualidade da mente. É a essência da verdadeira adoração, a raiz da obediência sincera. Aquele que crê em Deus, a despeito de seus pecados, presta-lhe maior honra do que querubins e serafins em sua contínua adoração.

Pequena coisa é a fé! Como é, então, que a descrença é crime tão grande que está marcada para reprovação, como mal condenatório, que exclui os homens do céu? Seja lá o que for que ponha em segundo lugar, dê à fé a primazia. Ela não é coisa vã, pois é a sua vida.

Spurgeon, C.H. Esboços Bíblicos: de Gênesis a Apocalipse: aprendendo com o príncipe dos pregadores / C. H. Spurgeon; Luis Aparecido Caruso [trad.]. – São Paulo: Shedd Publicações, 2002 pp 163-165.

25 outubro 2012

Halloween

Dez Razões para os cristãos não celebrarem o Halloween

Muitos em nossa sociedade secular acreditam que o halloween é nada
mais que um festival inofensivo que permite que as crianças coletem
doces. Mas será mesmo? A origem desta mentira está profundamente
enraizada no oculto e os cristãos devem se manter longe. Aqui há dez
motivos para isso:

- Trinta e um de outubro é, há muito tempo, conhecido como "O Festival
da Morte". As tribos celtas e seus pastores, os Druidas celebravam
este dia como o criador da transformação da vida em morte.
Hoje o halloween é, comumente celebrado por adeptos da bruxaria que
usam a noite para seus rituais.

- Os bruxos celebram o halloween como "A Festa de Samhain", a primeira
festa do calendário bruxo. Sendo um festival da morte, halloween é uma
época que os feiticeiros tentam se comunicar com os mortos através de
diversas profecias.

- Cristãos não devem se envolver com práticas ocultistas ou adivinhas
(divinatórias). Atente para o mandamento do Senhor contra adivinhações
em Deuteronômio 18.

- Ocultistas crêem que halloween é um período de transição entre a
vida e a morte. Alguns ocultistas praticam adivinhação e acreditam que
você pode aprender os segredos da vida e da sabedoria, deitando-se
sobre um túmulo e ouvindo as mensagens do defunto.

- Ocultistas também ensinam que espíritos e fantasmas deixam a
sepultura durante a noite e se escondem calorosamente em seus antigos
lares. Aldeões, temendo a possibilidade de serem visitados pelas almas
dos antigos moradores, fantasiavam-se para amedrontarem os espíritos
em seu caminho. Eles também deixavam comida e outras oferendas na
estrada. Esta é a real razão pela qual as crianças se vestem com
fantasias e vão de porta-em-porta procurando por guloseimas.

- Ocultistas também tentavam espantar os espíritos esculpindo um rosto
assustador numa abóbora-moranga. Esta visão horrorosa moveria o
espírito para outro lar ou vila e livraria aquela casa da destruição.
Algumas vezes os aldeões acediam uma vela e colocavam junto à abóbora,
usando-a como lanterna (daí o nome "Lanterna de Jack"). Esta é a
origem de se esculpir abóboras no halloween.

- Em algumas convenções de bruxaria, o ritual de encerramento incluía
espedaçar (catting) uma maçã ou comprometer-se com ritos de
fertilidade. Na Bíblia (Gn. 3) espedaçar um pedaço de fruta trouxe
pecado e morte para o mundo. Na bruxaria, espedaçar uma maçã é o
símbolo de trazer vida. A prática de pendurar (balançar) uma maçã traz
duas tradições pagãs: adivinhação e ritual de fertilidade.

- As escolas estão tirando todo significado religioso do Natal
(freqüentemente chamado recesso de inverno) e da Páscoa, chamada
feriado de primavera. Não é irônico que a maioria das escolas públicas
ainda celebram o halloween, apesar de tão ocultas origens?

- Participar do halloween dá sanção a um feriado que promove bruxaria,
adivinhação, casas mal-assombradas, e outras práticas ocultas.

- Cristãos devem se esquivar do halloween e desenvolver alternativas
criativas. As igrejas poderiam por exemplo, celebrar o Dia da Reforma
Protestante (também no dia 31 de outubro). Não devemos, como cristãos,
apoiar nem promover o halloween.

From: Levi de Paula Tavares
Date: Tue, 23 Oct 2012 05:59:41 -0300

09 outubro 2012

Avivamento total

Armando Filho

Quando houver maior perseverança,
na doutrina que Jesus deixou,
quando houver sincera comunhão ,
e entre nós houver maior amor,
quando houver temor em cada alma,
além dos sinais que vão surgir
a nossa igreja terá sido avivada,
e o mundo inteiro eu sei vai reagir.

Oh, desperta Senhor
esta igreja que comprastes para ti,
com teu puro e santo amor,
realiza a obra a começar em mim.

Quando houver maior despreendimento,
e em nós houver mais compaixão
e no momento que preciso for,
repartir os nossos bens com nosso irmão,
quando houver imensa alegria,
de servir a Deus de todo coração,
a nossa igreja terá sido avivada,
sera exemplo pra essa grande geração.

07 setembro 2012

Feliz Dia da Pátria!

Por nossa Pátria oramos A ti, supremo Deus!
Por nosso lar clamamos A ti, ó Rei dos céus!
Bendize a vida pastoril, Governa o brio senhoril,
Modera a lida mercantil!
- Deus salve a Pátria!

Da Pátria, que nos deste, Desvie tua mão
Desgraças, fome e peste, Perfídia e sedição!
Sustenta a ordem nacional, O bom governo imparcial,
E dá-nos graça divinal!
- Deus salve a Pátria!

Dá-nos real civismo, Fiel, constante, audaz!
Promove o cristianismo Do Príncipe da paz!
Da Pátria afasta crenças vás, Derrama bênçãos temporãs!
Dominem só. doutrinas sãs!
- Deus salve a Pátria!

A tua Igreja inflama Com zelo e terno amor,
E seja o seu programa Cumprido com vigor!
Então, os salvos de Jesus, Lutando firmes pela Cruz,
Difundirão de Cristo a luz
Por toda a Pátria!

22 agosto 2012

Jesus Disse : Mateus 10:33

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Quarta-feira, 22 de Agosto, 2012

VERSÍCULO:
?Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei
diante do meu Pai que está nos céus.?
-- Mateus 10:33

PENSAMENTO:
Embora Jesus sequer usa a palavra, mais uma vez o assunto é -
medo. Medo e suas conseqüências. Tudo que fazemos e tudo que
falamos aqui tem conseqüências eternas. Precisamos lembrar que
negamos a Cristo não só em confrontos quando questionados, como
Pedro, que negou Cristo três vezes. Nossa negação de Jesus hoje é
mais sutil - é no silêncio e no comodismo. Quando foi a última vez
que você falou sobre Jesus com um estranho na parada de ônibus ou
na fila do caixa? Você se lembra a última vez que você falou de
Jesus em sala de aula ou em conversa com colegas de trabalho?
Podemos falar de política e de futebol com qualquer um. Todos têm
opinião sobre o clima, a economia, aquele jogo, aquele novo filme,
aquela cena no jornal. A gente fala dessas coisas com a maior
naturalidade. Mas, quantas vezes falamos daquele que deu sua vida
por nós, que, pelo que cremos está bem ali ao nosso lado. Na hora
do aperto, da tragédia, dos nossos grandes medos ? chamamo-lo e
esperamos que ele nos ouça. Será que ele não ouve também o som
ensurdecedor do nosso silêncio? Nossos amigos, colegas e parentes
não têm algo mais importante que futebol, dieta, moda ou economia
para ouvir? Eles não precisam ouvir falar mais de Jesus? Quem Jesus
está esperando que vá falar com eles? Se nós não falamos porque
pode incomodar, deixar alguém meio sem jeito, ou até criar uma
situação de conflito, o que é isso? Não foi isso que ele acabou de
nos informar que aconteceria? E se nós nos calamos diante de tal
possibilidade, o que é isso? Isso não é negá-Lo? Pense.

ORAÇÃO:
Pai, perdoe meu silêncio. Ajude-me a ouvir a sua voz, na próxima
vez em que eu tiver oportunidade de falar de Jesus. Ajude-me a ser
um testemunho fiel. Ajude-me a achar a minha voz. Que a minha voz
seja ouvida quando deve ser. Obrigado pelas oportunidades que o
Senhor me dá todos os dias de falar de Jesus. Que eu possa ser fiel
a ele como ele foi à sua missão para me resgatar. Em nome do Senhor
eu oro. Amém.

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JESUS DÍSSE de Hermeneutica.com - "365 dias nas palavras de Jesus"
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O devocional diário "Jesus disse" é Copyright © 2006-2010 de
Dennis Downing. Todos os direitos reservados. "Jesus disse"
é um devocional diário, com uma passagem das palavras de Jesus,
uma meditação e uma oração para ajudar a focalizar as nossas
mentes em Jesus a cada dia. O autor é Dennis Downing <dennis@hermeneutica.com>
e vem do site www.hermeneutica.com.
Visite o site para conhecer cada vez melhor a Palavra de
Deus.

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29 julho 2012

Mais um ano…

E hoje é dia de agradecer a Deus por tudo quanto ele tem feito em minha vida! Obrigado, Senhor, por mais um ano de cuidado e misercórdia!

Meu tributo

Como agradecer por tudo que fizeste a mim?
Não merecedor, mas provaste o Seu amor sem fim!
As vozes de um milhão de anjos
Não expressam a minha gratidão.
Tudo o que sou e o que almejo ser,
Eu devo tudo a Ti!

A Deus seja a glória, (3X)
Por tudo o que fez por mim.

Com Seu sangue lavou-me,
Seu poder levantou-me!
A Deus seja a glória,
Para sempre, amém.

Quero viver para Ti,
Tua vontade obedecer
E se o aplauso eu receber,
No calvário irei me gloriar

09 julho 2012

Obediência–by Dennis Downing

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Sábado, 7 de Julho, 2012

VERSÍCULO:
“Mas quem ouve estas minhas palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva,
transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda.” Quando Jesus acabou de dizer essas coisas, as multidões estavam maravilhadas com o seu ensino, porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei. -- Mateus 7:26-29

PENSAMENTO:
Qualquer Cristão, quer seja obreiro, líder ou não, pode ser enquadrado em Mat 7:26-27 se ele/ela for apenas ouvinte e não praticante das palavras de Jesus. Não é o conhecimento ou a compreensão, o ensino ou proclamação das palavras de Jesus que salva. É a obediência a elas. Obediência a Jesus salvará vidas
eternas. William Barclay contou a história de um navio da marinha britânica que rebocava outro navio maior, durante uma tempestade. O navio menor puxava o maior por meio de um enorme cabo de aço. De repente, no meio do vento e chuva, ouviu-se uma palavra só, gritada pelo comandante do navio de reboque. "Abaixem! Abaixem!" Num instante a tripulação se jogou no chão. Naquele momento o cabo de aço arrebentou e varreu o convés do navio como um enorme chicote. Qualquer homem atingindo pelo cabo teria morrido na hora. Mas, ninguém se feriu porque a tripulação inteira obedeceu o comando. Se alguém tivesse parado para discutir, ou perguntar porque, seria um homem morto. Obediência salva vidas. É por isso que Jesus nos chama a obedecer as suas palavras. Elas salvam vidas. Barclay concluiu que a obediência a Jesus “é a única fundação segura para uma vida; e ele promete que qualquer vida fundada em obediência a ele é segura, não importa as tempestades que venham.” Você está ouvindo as palavras do Comandante? Como vai a sua obediência?

ORAÇÃO:
Senhor amado, ajude-nos a sermos prudentes construtores. Que as nossas vidas sejam fundadas na fé em Cristo Jesus, mas, levantadas na obediência a ele em palavra, pensamento e ação. Agradecemos por Jesus que viveu tudo que ele ensinou. Em nome dEle oramos e agradecemos. Amém.
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04 julho 2012

Conversão

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Quarta-feira, 4 de Julho, 2012

VERSÍCULO:
“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.” -- Mateus 7:21

PENSAMENTO:
É fácil levantar a mão e declarar “estou arrependido”. É outra coisa se levantar da cama no dia seguinte e viver as próximas 24 horas de forma totalmente diferente que as últimas 24. É fácil “se converter”. É outra coisa permanecer. Nossa conversão é um momento. Nossa transformação em imitadores fiéis a Jesus é um processo. Leva tempo. Mas, tem que haver mudança. O que se diz tem que se traduzir no que se faz. Aquele que é um discípulo apenas da boca para fora não é um discípulo de Jesus. Pode ser um bom ator, mas não é um bom discípulo. Aqueles que proclamam Jesus como Senhor, mas não vivem sob o Seu senhorio não têm lugar no Reino dos céus. Não é o que professamos, mas o que praticamos que determinará onde passaremos a eternidade.

ORAÇÃO:
O Senhor é digno de louvor, não só dos nossos lábios, mas das
nossas vidas também. Ajude-nos, ó Deus, a vivermos vidas íntegras onde Jesus reina tanto em nossas vidas como em nossas palavras. Em nome de Jesus oramos. Amém.
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13 junho 2012

JOGOS VORAZES E O GOVERNO DO ANTICRISTO

Esse ano eu assisti o JOGOS VORAZES, o filme é sem gracinha, excessivamente brutal e a produção não é lá essas coisas todas, mas é um filme que não me sai da cabeça. Na realidade eu não me lembro de quase nada do filme, exceto a base da história, mas o que me chamou mais a atenção mesmo é que ele é uma espécie de analogia ao governo do Anticristo nos últimos dias da história da humanidade como a conhecemos hoje, especialmente por conta das lições que estamos estudando esse trimestre na Escola Dominical.
Como se pode entender pela Bíblia, o Anticristo é o líder que governará o planeta após o arrebatamento da Igreja. Ele é o cavaleiro do cavalo branco que sai do primeiro selo lá em Ap 6:2. Seu governo, apesar de pregar a paz, também trará consigo a guerra. Nesse tempo, o mundo será dividido em dez regiões e governado por sete chefes de estado, dos quais o Anticristo será o principal (Ap 13:1; Dn 7:24), a capital do seu governo será conhecida como Babilônia (embora o nome não signifique que seja literal) e seu palácio ficará em algum lugar entre o Mediterrâneo e o Monte Sinai (Dn 11:45). Apesar de parecer um governo de prosperidade, será um tempo de fome, peste, guerra e dos flagelos de Deus sobre a terra, ou seja, não será nada fácil.
E o que isso tem a ver com JOGOS VORAZES. Bem, no filme - que é baseado numa trilogia de livros escritos por Suzanne Collins - a América do Norte foi devastada pela guerra e agora há um país chamado PANEM (Pan é um prefixo que dá ideia de mundo), dividido em doze distritos, dos quais alguns vivem em extrema pobreza, mas a Capital - como é chamada - vive em exuberância e opulência. Para que os distritos não queiram se rebelar - novamente - contra a Capital foram instituídos os Jogos Vorares, nos quais dois ADOLESCENTES de cada distrito são escolhidos como "tributos" para se degladiarem até a morte, até que só reste um. Vejam só que coisa "linda": adolescentes lutando até a morte para satisfazer o quê? As emoções dos espectadores. Sim, porque os jogos são transmitidos ao vivo para todos os distritos como qualquer reality show desses que se tem hoje em dia. E esses espectadores ficam apostando, torcendo para ver quem ganha.
Agora, pense comigo: se hoje a humanidade já se vê despertando o pior do ser humano, como será naqueles dias, quando o inimigo de Deus e do homem estiver governando para destruir toda obra da criação de Deus, inclusive - e principalmente - o homem?
Naquele período é que haverá jogos mortais para a glória do Anticristo! Embora alguns lugares conheçam glória e opulência, muitos países do mundo estarão a mendigar o pão, pessoas cada vez mais egoístas, cada vez mais no "cada um por si". Vai ser um período muito difícil para o mundo.
A Bíblia nos mostra que quando da morte das duas testemunhas (Ap 11) "os que habitam sobre a terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão; e mandarão presentes uns aos outros, porquanto estes dois profetas atormentaram os que habitam sobre a terra." (v. 10), imagine na perseguição e morte dos cristãos e judeus daquela época? Em DEIXADOS PARA TRÁS, LaHaye e Jenkins demonstram bem como vai ser essa época de trevas.
É incrível e muito triste perceber como o mundo está sendo preparado para esses dias e as pessoas não enxergam.
Se você está lendo isso agora, por favor, leia a Bíblia. Procure enxergar nela o plano de Deus para a humanidade, o que ela fala sobre os últimos dias e veja se ela não está se cumprindo agora aos nossos olhos! Jesus é o caminho, a verdade, a vida e a salvação. Entregue sua vida a Ele enquanto é tempo, porque o tempo se finda.
--
Paulo Adriano Rocha
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03 junho 2012

NA VEJA 1 - Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”

Leia trecho da entrevista que o pastor Silas Malafaia concede a Pedro Dias Leite, nas “Páginas Amarelas” da VEJA desta semana. A íntegra está na edição impressa da revista.
*
Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que congrega cerca de 8 500 pastores de quase todas as denominações evangélicas, o pastor Silas Mala-faia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas e o que enxerga como aumento dos privilégios dos homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: “Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores”.
(…)
A que o senhor atribui o crescimento do número de evangélicos no Brasil?
O Evangelho não é algo litúrgico, para ser dissecado em um culto de duas horas. A grandeza do Evangelho está no fato de ser algo que pode ser praticado. A Bíblia é o melhor manual de comportamento humano do mundo. As igrejas evangélicas têm pregado uma mensagem de grande utilidade para a vida das pessoas também depois do culto. Esse é o grande segredo. De que adianta eu fazer o meu fiel ficar duas horas dentro de um templo se, quando aquilo acaba, nada muda nas relações dele com a família, com o trabalho e na vida social? Nós pregamos uma mensagem que condiciona a prática da pessoa no seu dia a dia. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância”. Ele fala da vida terrena nessa passagem.
(…)

A ênfase dos pastores em arrecadar dinheiro dos fiéis não é muito suspeita?
Existe um preconceito miserável em relação aos evangélicos, que costumam ser descritos como bandos de idiotas, tapados, semianalfabetos, manipulados por espertalhões dedicados a arrancar tudo o que querem deles. Engana-se quem os enxerga assim. Manipulação e exploração existem em todo lugar. Tem muito bandido por aí. Mas esses malandros não conseguem segurar o povo. A distância que me separa de um Edir Macedo, por exemplo, vai do Brasil à China, mas é um erro achar que todo mundo que dá dinheiro à igreja dele, a Universal, é imbecil ou idiota. Claro que não é. A pessoa doa porque se sente abençoada, porque se libertou da bebida, vício que consumia todas as economias dela e que a deixava sem condições até de pagar a conta de luz. Ninguém é obrigado a ofertar. Mas, se quer ser membro, se quer pertencer ao grupo, tem de ajudar. Estou construindo uma igreja linda, com ar-condicionado central, ao custo de 4 milhões de reais. Ela será paga com ofertas dos fiéis, pois, obviamente, não vai descer um anjo do céu e dizer “Malafaia, está aqui um cheque de Jeová, preencha e deposite”. Quem critica os pastores deveria mesmo é agradecer às igrejas evangélicas. Desafio qualquer um a me apresentar uma entidade que recupere mais pessoas do que as igrejas evangélicas.
(…)

Tem muita gente pragmática que já chega à igreja acreditando que vai aprender como subir na vida?
Tem, mas, se o objetivo fosse apenas subir na vida, não teria rico na igreja. Na minha tem gente pobre, mas também tem desembargadores, membros do Ministério Público, doutores, empresários. Mas dinheiro não é tudo. Se fosse, rico não daria tiro na cabeça, não tomaria remédio de tarja preta. Mesmo que muita gente pense que não deu certo na vida porque Deus não quis, a lógica de buscar amparo em uma igreja não é essa. A pessoa que transfere suas incompetências para Deus está equivocada. Quando um fiel me procura e pede “pastor, ore por mim porque o diabo está roubando as minhas finanças”, eu mando parar com conversa fiada. Se uma pessoa sempre gasta mais do que ganha, a culpa é dela mesma. Não pensem que Deus vai ficar cuidando das pessoas como se elas fossem bebês.
(…)

A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso foi contundente. Mas influir em leis é papel de um religioso?
Se não fosse assim, a casa tinha caído. Essa lei é a lei do privilégio. O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba de governo, de estatais, é o joguinho deles. Homofobia é uma doença. Ódio aos homossexuais, querer matá-los ou agredi-los é uma doença. Agora, opinião não é homofobia.  (…). A lei que estão propondo é uma lei da mordaça. Se não aprendermos a respeitar a liberdade de expressão, será melhor mandar fechar a conta para balanço.
(…)

Qual a sua posição sobre o projeto que propõe a descriminação do uso de drogas e que deve chegar ao Congresso ainda neste mês?
Espero que o Senado e a Câmara joguem no lixo essa porcaria. Perderam o juízo. Não existe lógica em liberar o consumo de drogas e penalizar o traficante. Então eu estou desconfiado de que vai vir um marciano vender drogas aqui, um intergaláctico. Olhe a hipocrisia!
(…)

Por Reinaldo Azevedo

Tags: descriminação das drogas, evangélicos, Lei da Homofobia, Silas Malafaia

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/na-veja-1-silas-malafaia-o-brasil-nao-e-homofobico-homofobia-e-uma-doenca/

31 maio 2012

‘Poder Global e Religião Universal’, de Mons. Sanahuja

Escrito por Ronald Robson | 27 Maio 2012
Artigos - Globalismo

As engrenagens de um engodo espiritual.

Poder-global-e-Religiao-UniversalA rigor, Poder Global e Religião Universal (Ecclesiae, 2012), do Monsenhor Juan Claudio Sanahuja, não traz informações novas nem secretas, mas traz informações fundamentais expostas de forma ordenada, o que lhes dá uma inteligibilidade que geralmente lhes falta, ainda as reputando a personagens e iniciativas bastante concretas – com o que dá nome aos bois. O leitor brasileiro que opina sobre política já não tem desculpas para ignorar ou dar de ombros diante do projeto totalitário de governo mundial que canta como sereia à elite do ocidente: isso, porque tanto A verdadeira história do Clube Bilderberg (Planeta, 2006), do jornalista espanhol Daniel Estulin, como Corporação (Cultrix, 2008), do scholar inglês Nicholas Hagger, estão publicados no Brasil – claro, são só uma ponta do iceberg, mas pelo menos são uma ponta que abre caminho em nosso mercado editorial. Caminho esse, enfim, que é o mesmo do livro de Mons. Sanahuja, que ainda acrescenta uma peculiaridade aos estudos da matéria: o enfoque da “espiritualidade” que há décadas vem sendo forjada e promovida como caixa de ressonância na qual, para o cidadão comum, fará sentido a destruição sistemática de tudo que de mais honrado temos.

Livros como False Dawn, de Lee Penn, interessam-se mais pela “doutrina” (Helena Blavatsky, Alice Bailey, Barbara Hubbard, Teilhard de Chardin etc.), se assim podemos chamá-la, e pelos grandes promotores da religião universal que se quer baixar como decreto. Já ao Mons. Sanahuja interessam os estratagemas com os quais se baixam o decreto: o desenvolvimento de novos “paradigmas éticos” e “paradigmas religiosos” em uma operação multilateral – e cujo controle foge até mesmo aos grandes engenheiros sociais – de imposição de definições sempre mutáveis de “direitos humanos”, “desenvolvimento sustentável” e outras belas palavras que o leitor bem conhece, e cuja fonte irradiadora próxima o autor localiza nas grandes conferências internacionais da década de 1990, inspiradas no Relatório Kissinger (1974). Mas vamos por partes.
Primeiro: em que consiste o projeto de uma nova religião universal? Consiste na tentativa de “dar uma resposta única e universal a todas as questões que possam ser propostas pelos seres humanos, em qualquer situação em que se encontrem e onde quer que estejam. Para tanto, é necessário, como é lógico, colonizar a inteligência e o espírito de todos e de cada um dos habitantes do planeta”, especificamente através de um “credo religioso”, de todo oposto ao cristianismo (“a ética judaico-cristã não poderá ser aplicada no futuro”, afirmou Hiroshi Nakajima, ex-diretor geral da OMS). O leitor mais precavido poderá fazer um muxoxo ao tentar se lembrar de quando viu, se viu, algum João Batista a pregar o novo Messias da ONU. De fato, são raros os sacerdotes de um novo culto paramentados em praça pública a anunciar seu credo. Mas existem muitos burocratas, ongueiros e professores simpáticos a distribuir, como se fez em setembro do ano passado, em Recife, 50 mil exemplares da Carta da Terra (documento oficial da ONU) em forma de cordel a crianças de escolas públicas (http://www.recife.pe.gov.br/2011/09/30/prefeitura_do_recife_lanca_carta_da_terra_em_literatura_de_cordel_179066.php ). É um dos principais documentos da “espiritualidade ecologista” que põe homem e besta no mesmo nível, ao estilo de um panteísmo verde grosseiro à la Mikhail Gorbachev e sua Cruz Verde Internacional, cujos agentes defendem publicamente a substituição dos Dez Mandamentos pelo decálogo da Carta.
É tortuoso o percurso até a elaboração de um documento como esse. Em 1991, aponta Mons. Sanahuja, uma das agendas de trabalho da UNESCO dava conta da elaboração de uma “ética universal de vida sustentável”. De forma muito clara ali era posta a pedra fundamental do discurso ambiental alarmista que hoje conhecemos bem: “É necessário lembrar a verdade indiscutível de que os recursos disponíveis e o espaço da Terra são limitados” (UNESCO, Diez Problemas Prospectivos de Población, Documento de Trabajo, Caracas, Febrero 1991, pp. 6-9).
Vale a pena aqui citar mais extensamente Poder Global e Religião Universal:
“Nestes documentos de trabalho, a nova ética aparece quase como um paradigma messiânico: um ‘chamado a viver uma nova ética que terá que iluminar as interrelações complexas entre os fatores econômicos, o meio-ambiente e a população’. Seus preceitos, afirmam, deverão guiar a tomada de decisões dos governos, já que estas ‘não deverão ser consideradas como medidas sobre assuntos nacionais, mas sobre assuntos de interesse internacional’, pois, por exemplo, o alto crescimento demográfico de um país pobre cria necessariamente um fluxo migratório para países com melhor nível de desenvolvimento, os quais não têm capacidade de acolher novos imigrantes.”
Apontava-se, no mesmo documento, a necessidade de frear o desenvolvimento industrial em países do terceiro mundo (“o progresso industrial dos países desenvolvidos não se estenderá aos Países do Terceiro Mundo”) com vistas a preservar o meio ambiente; mas, de modo incompreensível, chama atenção Mons. Sanahuja, “o documento acrescenta que a única causa de degradação ambiental nesses países é o fator demográfico, e que é intolerável que ‘os pobres, que serão a maioria no futuro, prejudiquem os ecossistemas do mundo para conseguir se desenvolver a qualquer preço’”.
O que ali se plantava depois se colheria nos Princípios para viver de forma sustentável (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, 1991), em que se lê que “deve-se alcançar o equilíbrio entre a capacidade de carga da Terra, o volume da população e os estilos de vida de cada indivíduo”. Poucos poderiam, à época da apresentação desses princípios, imaginar que a massificação do aborto e do gayzismo seriam meios de salvar o planeta... É que não se pode perder de vista o que Mons. Sanahuja chama de “paradigma da reinterpretação dos direitos humanos”, assentado sobre a idéia de que os direitos humanos são “evolutivos”. Por exemplo, a Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher (CEDAW, 1979) reivindicara programas de “planejamento familiar”. Posteriormente o comitê de monitoramento dessa convenção “interpretaria” tal reivindicação como referência ao estímulo à esterilização, à contracepção e ao aborto, sem que nada disso constasse no texto original. Mais absurdo é o caso do comitê de monitoramento do Tratado Internacional contra a Tortura, que, por uma hermenêutica jurídica feérica, interpretaria o impedimento ao aborto como um ato de tortura contra a mulher.
Notem que isso não se limita a discussões chiques em salões da ONU: em 2009, o Comitê contra a Tortura efetivamente aplicou tal interpretação ao julgar que a Nicarágua, ao proibir o aborto terapêutico, violava o tratado.
Aliás, muitos desses documentos sequer necessitam ter vigência no direito internacional para que “painéis intergovernamentais” se ponham a trabalhar no que em curto prazo já será matéria universitária respeitável e, em seguida, política de governo. Um exemplo são os “Princípios de Yogyakarta”, que, embora não contem com o aval da “comunidade internacional”, vão pouco e pouco divulgando os “direitos humanos em perspectiva homossexual” através de estudos acadêmicos e cumplicidade de autarquias governamentais. Como se vê, atira-se de todos os lados, mas o alvo é um só: pois a destruição dos modelos correntes de sociabilidade (casamento gay, etc.) e a completa desvalorização da vida humana (aborto, etc.) são aríetes a abrir caminho para um novo projeto civilizacional, cujo esteio popular é o bom-mocismo da devoção ecológica à “Terra como Grande Mãe, Magna Mater, Inana e Pachamama”, como disse Leonardo Boff – sim: o homem é ainda hoje muito influente – na Assembléia Geral das Nações Unidas em 2009.

Os capítulos 5 e 6 de Poder Global e Religião Universal, “A confusão dentro da Igreja” e “Notas para uma conduta cristã”, endereçam-se especialmente ao leitor católico, delineando estratégias de oposição ao presente estado de coisas. Curiosíssima é a resenha apresentada, no capítulo quinto, de um livro pouco conhecido, o romance Os três diálogos e o relato do Anticristo, escrito em 1900, do filósofo russo Vladimir Soloviev. Trata-se de uma distopia em que o diabo, no fim dos tempos, apresenta-se como “pacifista”, “ecologista” e “ecumenista”... O leitor há de julgar o que vai ou não de profético aí.
O livro do Mons. Sanahuja se encerra com dois apêndices: o artigo “Obama e Blair. O messianismo reinterpretado”, do filósofo belga Michel Schooyans (que inclusive viveu no Brasil), tratando do governo Obama no que diz respeito, por exemplo, a políticas abortistas; e a conferência “A Terra e seu Caráter Sagrado”, que a irmã canadense Donna Geernaert apresentou no Plenário da União Internacional de Superioras Gerais (UISG, Roma, 2007), e a qual ilustra bem o modo como pessoas de dentro da Igreja pervertem a verdade de Cristo e a põem a serviço da adoração da “Mãe Terra” do novo culto sem altar.

Ronald Robson
é jornalista e ensaísta

Adquira a obra na livraria do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho. Alunos do Seminário têm direito a descontos.

http://livraria.seminariodefilosofia.org/

http://www.ecclesiae.com.br/

17 maio 2012

Palavras…

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J E S U S D I S S E
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Quinta-feira, 17 de Maio, 2012
VERSÍCULO:
“Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não matarás’, e ‘quem matar estará sujeito a julgamento’. Mas eu lhes
digo que qualquer que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento. Também, qualquer que disser a seu irmão: ‘Racá’, será levado ao tribunal. E qualquer que disser: ‘Louco!’, corre o risco de ir para o fogo do inferno.”
-- Mateus 5:21-22

PENSAMENTO:
Idiota. Estúpido. Burro. Alguém já lhe chamou assim? Você ainda
se lembra? Muitos nunca esquecem. Pode ter sido há anos ou décadas, mas a marca permanece. Dependendo de quem falou e qual a circunstância, basta uma palavra num determinado momento e a vítima pode carregar o peso pelo resto da vida. Aquele peso somado a outros jogados nas costas podem um dia levar uma alma ao fim. O que Jesus está condenando aqui não é tanto as palavras em si, mas a disposição de agredir uma outra pessoa e deixar marcas nela pelo resto da vida. Seu filho, seu irmão, seu vizinho foi criado na imagem de quem? Quando você o despreza, quando você a humilha, você está também desprezando e humilhando Quem? Palavras se tornam nomes e descrições. Com o passar do tempo as pessoas começam a acreditar que são assim mesmo. E a palavra que diz que somos filhos de Deus e feitos na imagem dEle – se torna mentira. É isso que queremos dizer para outros filhos de Deus? Vamos guardar nossas línguas. Mais importante ainda, vamos mudar nossas atitudes e começar a olhar cada pessoa, por mais falha que seja, como mais um dos preciosos filhos de Deus. Com a nossa ajuda elas podem começar a descobrir com Quem elas realmente parecem.

ORAÇÃO:
Pai misericordioso, perdoe-me pelas palavras tão cortantes que já falei no passado. Perdoe minha insensatez. Eu quero enxergar, a partir de agora, a presença do Senhor, os traços de meu Pai em cada filho seu, em cada irmão meu. Obrigado pela ajuda de Jesus. Em nome dEle eu oro. Amém.

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JESUS DÍSSE de Hermeneutica.com - "365 dias nas palavras de Jesus"

16 abril 2012

Um Pequeno Passo À Direita

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida;
ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6).

Certo homem resolveu fazer uma pergunta ao seu ministro
religioso, julgando que o deixaria sem resposta. Sua
pergunta foi: "Qual o menor caminho para a perfeição?" "Oh,
isto é bastante simples", disse o ministro. Apontando para a
porta de seu gabinete ministerial, ele disse: "Dobre à
direita e mantenha-se em linha reta!"

O grande problema de todos os pecadores é que nunca sabem
para onde vão.Um dia caminham para um lado, outro em direção
oposta, e assim por diante. Andam sem rumo e sem a convicção
do destino certo. São levados por ventos que sopram de todas
as direções e de todas as fontes. Buscam muitos caminhos mas
existe apenas um caminho certo.

Muitos estão emaranhados em uma teia de ódio e
ressentimento, de remorsos e culpas, sem saber que basta
dobrar à direita e caminhar em direção ao amor que todo o
sentimento de rancor deixará de existir.

Muitos estão envolvidos em dúvidas e questionamentos, em
queixas e murmurações, mas, com um simples girar de corpo, à
direita, terão todos os seus problemas resolvidos ao deparar
com a dádiva da fé que o Senhor oferece.

Muitos choram e lamentam a sorte, se angustiam e se
desesperam por falta de perspectivas de vida, mas, a poucos
passos, em um simples dobrar à direita, acharão a tão
almejada e sonhada esperança.

Há aqueles que vivem de semblante fechado, sem um único
sorriso, sem nenhum prazer ou motivação. Crêem que a alegria
foi feita para outros e não para eles. Conformam-se com a
situação e não se movem para a direita, onde há abundância
de felicidade.

Dar esse passo é fácil? Não! As circunstâncias parecem
obstruir esse pequeno ato de esticar a perna em busca de tão
grande bênção. E o que devemos fazer? Pedir ajuda ao Senhor.
Pedir-lhe que segure nossas mãos e nos guie nesse primeiro
passo. Jesus é perito em amor, fé, esperança e felicidade.

Ele nos mostrará o caminho... Ele é o Caminho!

Paulo Roberto Barbosa.
Um cego na Internet!

11 abril 2012

Pode continuar pedindo a Deus


Nada tendes, porque não pedis. Tiago 4:2

Silas e Sueli foram ao rinque de patinação com dois amiguinhos. Mas o lugar estava fechado. O homem que varria a entrada disse: — Só estará aberto amanhã.
Os amigos voltaram para casa. Mas Silas e Sueli ficaram por ali mais algum tempo.
— Quem sabe, o senhor nos deixa patinar só um pouquinho, Sueli pediu ao homem. Nós procuramos não atrapalhar o serviço do senhor, se nos deixar entrar.
— Está bem, disse o homem. Foi assim que Silas e Sueli entraram. E os amigos não patinaram porque não pediram.
Deus quer que nós Lhe peçamos o que queremos. Mesmo que seja alguma coisa que achemos impossível ganhar, Deus quer que a peçamos. Ele diz assim: "Nada tendes, porque não pedis." Em outro lugar, Jesus diz: "Pede, e Deus o dará;" isto é, se for bom para você, é claro.
Deus até quer que nós continuemos a pedir se nossas orações não forem logo respondidas. Não é direito amolar pessoas com nossa insistência. Não é certo chorar e exigir para ganhar uma coisa quando nossos pais já disseram que não. Mas Deus deseja que continuemos a pedir o que queremos ou precisamos ter.
Certa vez Jesus contou a história de um homem que recebeu uma visita à noite quando estava bem tarde. A visita tinha fome, e ele não tinha pão para dar-lhe. Então o homem foi à casa do vizinho para pedir pão emprestado, e bateu na porta.
Primeiro o amigo olhou de uma janela lá de cima e disse: — Não me incomode. Eu e meus filhos já estamos deitados.
Mas como o homem insistisse em pedir, o amigo levantou-se e deu o que ele queria.
Quando Jesus acabou de contar esta história, Ele disse: "Do mesmo modo pedi a Deus o que quereis."

Leitura bíblica: Lucas 11:5-lO,
Vamos orar: Bondoso Pai celestial, alegra-nos saber que Tu queres que Te peçamos qualquer coisa que desejamos ter. Ensina-nos a orar muito mais, e ajuda-nos a lembrar Tua promessa de nos dares o que nos faz bem se o pedimos. Em nome de Jesus oramos. Amém.

Horinhas com Deus. Vol 2

09 abril 2012

Papel de Embrulho

Para Refletir...(03/04/12)

"Papel De Embrulho"

"Mestre, nós sabemos que falas e ensinas bem e retamente, e
que não consideras a aparência da pessoa..." (Lucas 20:21).

Um conceituado artista chegou a uma Galeria de Arte européia
para verificar a exposição de uma de suas pinturas, por ele
enviada antecipadamente. Quando ele a encontrou, ficou
furioso. Eles cometeram um grande erro ao pendurar sua
grande obra de arte. Em vez de colocar seu quadro, eles
colocaram o papel que o embrulhava, onde ele havia dado
algumas pinceladas.

O fato parece trágico e cômico, mas nos conduz a uma pequena
reflexão. Muitos de nós, como quadros vivos, mostramos
apenas um "papel de embrulho" e não o verdadeiro conteúdo.

As pessoas que nos vêem na igreja, ou nos encontros
evangelísticos, ou mesmo quando visitam nossas casas, só
conseguem ver um papel de embrulho -- disfarçado,
dissimulado, enganoso, irreal. Mostramos uma santidade que
não possuímos; uma misericórdia que não praticamos; um amor
não exercido; uma fé apenas aparente; uma conversão que
jamais se concretizou.

Enganamos ao nosso líder espiritual. Enganamos aos irmãos de
nossa congregação. Enganamos as igrejas onde visitamos.
Enganamos... Não! Enganamos somente a nós mesmos!

O Senhor Jesus espera de nós muito mais do que "papel de
embrulho". Ele espera de nós muito mais que uma caixa bem
adornada. Ele espera de nós muito mais do que laços
coloridos de cetim. Ele espera que o nosso interior seja
ainda mais bonito do que o papel que apresentamos a todos.

Na galeria de arte da vida é necessário que mostremos vida.
Na galeria de arte da fé, nossa fé precisa ser contemplada.
Na galeria de arte do amor, o amor tem de ser o objeto a ser
contemplado.

Chega de "papel de embrulho", chega de adornos bem cuidados,
chega de uma aparência falsa e mentirosa. O Senhor quer de
nós um coração puro, mãos limpas e prontas a serem
estendidas ao nosso próximo, uma determinação em servir, em
testificar, em engrandecer o nome de Jesus.

O que as pessoas vêem em você? Uma vida transformada ou
apenas "papel de embrulho"?

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

05 abril 2012

O TESOURO DO TÚMULO

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  V I D A   E M   C R I S T O

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                                      Segunda-feira,  2 de Abril, 2012

 

 

 

O TESOURO DO TÚMULO

  de Max Lucado

 

 

“Então, o que devo fazer com Jesus”?

 

Pilatos perguntou primeiro, mas todos nós temos perguntado depois.

 

É uma pergunta justa. Uma pergunta necessária. O que é que você faz você com um homem assim? Ele se chamou de Deus, mas usou as roupas de um homem. Ele se chamou o Messias, mas nunca comandou um exército. Ele foi considerado como rei, mas sua única coroa foi de espinhos. Pessoas o veneraram como real, contudo seu único manto foi costurado com escárnio.

 

Não é de se admirar que Pilatos ficou confuso. Como você explica um homem assim?

 

Uma maneira é por uma caminhada. A caminhada dele. A última caminhada dele. Siga os passos dele. Fique na sombra dele. De Jericó até Jerusalém. Do templo para o jardim. Do jardim até o julgamento. Do palácio de Pilatos até a cruz de Gólgota. Olhe ele caminhando – indignado para o templo, cansado para Getsêmani, atormentado pela Via Dolorosa. E poderosamente para fora do túmulo desocupado.

 

Testemunhando o caminho dele, reflita sobre o seu, porque todos nós temos nosso próprio caminho para Jerusalém. Nosso próprio caminho pela religião oca. Nossa própria descida pela ladeira estreita da rejeição. E cada um de nós, como Pilatos, temos que lançar um veredicto sobre Jesus.

 

Pilatos ouviu a voz das pessoas e deixou Jesus para percorrer o caminho só. Será que nós vamos?

 

Eu espero que plantado permanentemente em sua alma esteja o momento em que o Pai lhe tocou na escuridão e lhe levou pelo caminho da liberdade. É uma memória como nenhuma outra. Porque quando ele liberta você, você está realmente livre.

 

Posso lhe contar minha história?

 

Uma aula da Bíblia numa pequena cidade ao leste do Texas. Eu não sei o que era mais notável, que um professor estava tentando ensinar o livro de Romanos para um grupo de meninos de dez anos de idade, ou que eu me lembro do que ele disse.

 

A sala de aula era de tamanho médio, uma das cerca de doze numa igreja pequena. Minha banca estava toda riscada e com chiclete grudado em baixo. Havia cerca de vinte delas, embora só uns quatro ou cinco estivessem ocupados.

 

Todos nós sentamos no fundo da sala, querendo parecer sofisticados demais para estar interessados. Calças jeans engomadas. Tênis da moda. Era verão e o sol que descia lentamente pintava a janela de ouro.

 

O professor era um homem sério. Eu ainda lembro da barriga dele aparecendo em baixo do terno que ele nem faz mais questão de tentar abotoar. A gravata dele acaba a meio caminho. Ele tem um sinal preto na testa, uma voz macia, e um sorriso amável. Embora ele não tenha nada a ver com as crianças de 1965, ele não sabe disso.

 

As anotações dele estão empilhadas em um pódio debaixo de uma Bíblia preta pesada. Ele está de costas para nós e o terno dele sobe e desce enquanto ele escreve no quadro. Ele fala com paixão genuína. Ele não é um homem dramático, mas esta noite ele está fervoroso.

 

Só Deus sabe por que eu o ouvi naquela noite. O texto dele era Romanos capítulo seis. O quadro-negro ficou coberto com diagramas e palavras longas. Em algum momento no processo de descrever como Jesus entrou no túmulo e depois saiu, aconteceu. A jóia da graça foi erguida e virada para que eu pudesse vê-la de um ângulo novo... e tirou minha respiração.

 

Eu não vi um código moral. Eu não vi uma igreja. Eu não vi os dez mandamentos ou demônios infernais. Eu vi meu Pai entrar na minha noite escura, me despertar do meu sono, e suavemente me guiar – não, me carregar para a liberdade.

 

Eu não disse nada a meu professor. Eu não disse nada a meus amigos. Eu nem sei se falei qualquer coisa a Deus. Eu não sabia o que dizer. Eu não sabia o que fazer. Mas para tudo que eu não sabia, havia um fato do qual eu estava absolutamente seguro: eu queria estar com ele.

 

Eu falei para meu pai que eu estava pronto para entregar a minha vida a Deus. Ele pensou que eu era muito jovem para tomar esta decisão. Ele perguntou o que eu sabia. Eu lhe falei que Jesus estava no céu e eu queria estar com ele. E para meu pai aquilo era o bastante.

 

Até hoje eu fico em dúvida se meu amor já foi tão puro quanto naquela hora. Eu tenho saudades da certeza da minha fé principiante. Se você tivesse me falado que Jesus estava no inferno, eu teria concordado em ir. Confissão pública e batismo vieram naturalmente para mim.

 

Você vê, quando seu Pai vem lhe libertar de escravidão, você não faz perguntas; você obedece instruções. Você segura a mão dele. Você caminha o caminho. Você deixa para trás a escravidão. E você nunca, nunca esquece.

 

Minha oração é que você nunca esqueça de seu caminho ou do dele: O caminho final de Jesus de Jericó para Jerusalém. Porque foi este caminho que lhe garantiu liberdade.

 

O passeio final dele pelo templo em Jerusalém. Foi neste caminho que ele denunciou a religião oca.

 

O passeio final dele para o Monte das Oliveiras. Porque foi ali que ele prometeu voltar e levá-lo para casa.

 

E o caminho final dele do palácio de Pilatos para a cruz de Gólgota. Pés descalços e ensangüentados se esforçam para subir um estreito caminho pedregoso. Mas igualmente vívida como a dor da viga atrás as suas costas dilaceradas, é a visão que ele tem de você e ele caminhando juntos.

 

Ele podia ver a hora em que ele entraria em sua vida, em seu quarto escuro lhe despertando do seu sono para lhe guiar à liberdade.

 

Mas o caminho não terminou. A viagem não está completa. Há mais um caminho que deve ser trilhado.

 

“Eu voltarei,” ele prometeu. E para provar isso ele rasgou em dois o véu do templo e estourou os portões da morte. Ele voltará.

 

“Aquele que nos resgatou voltou!” nós vamos clamar.

 

E a viagem terminará e nós tomaremos nossos lugares no banquete dele.

.. . para sempre. Te vejo à mesa.

 

Não deixa de ver a imagem especial de Lucas 23:53

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Para mais reflexões, ilustrações e imagens sobre a Páscoa veja o site

da Hermeneutica http://www.hermeneutica.com/mensagens/

 

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Este artigo foi traduzido por Dennis Downing e reproduzido com a

devida autorização do autor para o site www.hermeneutica.com.

 

Copyright © 1996 Max Lucado e UpWords Ministries. Todos os direitos

reservados.


--
Paulo Adriano Rocha
NINGUÉM PODE TE AMAR COMO JESUS TE AMA!
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--
Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
acredita-se estar livre de perigo.

15 março 2012

O problema não é conhecimento

2012/03/14

O problema nunca é conhecimento. O obstáculo ao evangelho não é a compreensão. O evangelho é simples o suficiente para todos.

Qual é então o problema principal? Este versículo dá uma pista:

Os professores da lei e os líderes dos sacerdotes sabiam que aquela parábola tinha sido dita contra eles. Por isso eles procuravam um meio de prendê-lo ali mesmo, mas tinham medo do povo.
Lucas 20.19 NTLH

O problema é este: Se estamos dispostos a abrir mão da nossa vontade, da nossa ambição e da nossa visão, para que Jesus seja Senhor e Salvador.

Os líderes dos judeus entenderam muito bem o que Jesus ensinava. Seu problema foi o de rejeitar o ensino dele.

E qual a sua decisão?

by randal

http://deusconosco.com/2012/03/14/o-problema-nao-e-conhecimento

05 março 2012

Tudo vai mudar

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D E V O C I O N A L P A R A H O J E
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Domingo, 4 de Março, 2012

VERSÍCULO:

Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória. -- Colossenses 3:4

PENSAMENTO:

Hoje, meu mundo está lindo – clima ótimo, igreja maravilhosa, cônjuge amoroso, filhos ótimos, e estou abençoado com tudo que realmente preciso. Mas isso vai mudar. A vida está ligada com a mortalidade. O amor está ligado com pessoas imperfeitas. A separação por distância geográfica, desentendimento e morte certamente vão acontecer com certa garantia. A incrível bênção que eu tenho em Cristo, porém, é que minha vida verdadeira e eterna está com Cristo em Deus. Então, mesmo que as coisas na minha vida sejam boas agora, serão sempre vulneráveis para serem tocadas pela mortalidade. Quando Cristo vier, tudo será gloriosamente perfeito e sem manchas do mal, da morte ou da decomposição. Isso é uma boa nova!

ORAÇÃO:

Santo e Justo Deus, obrigado pela sua generosa graça que me salvou do pecado. Obrigado por Jesus, cuja ressurreição dos mortos assegura a minha ressurreição à vida com o Senhor e a reunião que terei com todos aqueles que pertencem ao Senhor. Até aquele dia quando poderei Lhe louvar face a face, por favor, receba minha gratidão e louvor em nome de Jesus. Amém. [Veja a imagem:

http://www.iluminalma.com/img/il_colossenses3_4.html ]

http://www.iluminalma.com/dph/4/0304.html

17 fevereiro 2012

These Are They..

 

"E um dos anciãos me perguntou: Estes que trajam as compridas vestes brancas, quem são eles e donde vieram? Respondi-lhe: Meu Senhor, tu sabes. Disse-me ele: Estes são os que vêm da grande tribulação, e levaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro. Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que está assentado sobre o trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles. Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem cairá sobre eles o sol, nem calor algum; porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima." Ap 7:13-17

Ótimo dia e ótimo feriadão a todos!

14 fevereiro 2012

THE DAY HE WORE MY CROWN…

Ora... sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. João 13.1

ELE USOU MINHA COROA

A cidade era Jerusalém
O tempo foi há muito atrás
As pessoas chamavam-no Jesus
O crime era o amor que mostrou

E eu sou o responsável
Eu causei toda sua dor
Ele Deu-se a sim mesmo
No dia em que usou minha coroa

Trouxe-me o amor que somente Ele poderia dar
Eu trouxe-lhe a causa para gritar
E embora me ensinasse como viver
Eu ensinei-lhe como morrer

E eu sou o responsável
Eu causei toda sua dor
Ele Deu-se a sim mesmo
No dia que usou minha coroa
Ele Poderia ter chamado seu Santo Pai

E dito "afasta de mim... por favor, afasta de mim".
Ele Poderia ter dito: "eu não sou culpado...
E eu não estou indo ficar
Eu não estou indo pagar".


Mas andou direto através do portão
E então sobre o monte
E como caiu abaixo do peso
Gritou... Ele gritou "Pai, não minha vontade!

E eu sou o responsável
Eu causei toda sua dor
Ele Deu-se a sim mesmo
No dia que usou minha coroa...

The Day He Wore My Crown
By Phil Johson
Cantada por Sandi Patti em Sandi's Song

10 fevereiro 2012

Mateus 6:26-27

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  J E S U S   D I S S E
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                                    Sexta-feira, 10 de Fevereiro, 2012
 
VERSÍCULO:
   "Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas? Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?"
    -- Mateus 6:26-27
 
PENSAMENTO:
Parte do nosso problema com os cuidados desta vida é que, diferente das aves do céu, não estamos mais satisfeitos com a semente que o Senhor coloca para nós - queremos outra marca, outro tipo, algo novo. A mídia declara em todas as suas formas (televisão, rádio, revistas e outdoors) e comprova com suas campanhas insistentes que sempre tem algo "melhor". E lá vamos nós correndo atrás. O que Jesus declara com suas palavras nesta passagem é a inutilidade da preocupação com essas coisas. De fato, a preocupação não só não produz nada de bom, ela nos prejudica de diversas maneiras. Os médicos já demonstraram que a preocupação é uma das principais causas de enfarte, úlceras, problemas gástricos e doenças do sistema nervoso. Não somente não ganhamos nada com a preocupação; nós perdemos. Perdemos sono, perdemos saúde e no finaldas contas perdemos dias de vida que podiam ser desfrutados em paze contentamento, se não estivéssemos nos preocupando com coisas que não podemos mudar. Não acrescentamos nenhuma hora a nossa vida. Pelo contrário, perdemos horas de vida. Confie em Jesus. Ele já deusua vida por você, e agora Ele quer lhe dar uma vida bem melhor nãosó no porvir, mas aqui e agora a partir de hoje. Confie em Jesus.
 
ORAÇÃO:
Obrigado, Pai, por nos revelar coisas tão práticas e úteis para viver. É tão bom saber que temos um Pai que cuida de nós, e umSenhor como Jesus, que nos orienta em tudo. Em nome de Jesus oramose agradecemos. Amém.
 
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09 janeiro 2012

Evitando Que Os Ossos Sequem

Para Refletir...(04/01/12)

"O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito
abatido seca até os ossos" (Provérbios 17:22).

Quando odiamos os nossos inimigos, damos a eles o poder
sobre nossas vidas. Damos poder sobre nosso sono, sobre
nosso apetite, sobre nossa felicidade. Eles dançam de
alegria quando sabem que nos aborrecem. Nosso ódio não
prejudica a eles mas a nós mesmos, fazendo de Nossos dias e
nossas noites um grande inferno." (Dale Carnegie)

Muitas vezes perdemos nossa paz e nossa tranquilidade
simplesmente por causa de outras pessoas. Ficamos zangados,
enraivecidos, angustiados, desesperados e, na maior parte
das vezes, sem nenhuma necessidade.

Não seria melhor ignorar os que nos querem mal? Não seria
melhor orar por eles? Não seria melhor entregá-los nas mãos
de nosso Salvador? Se não conseguirmos transformá-los em
amigos, pelo menos não perderemos a estabilidade emocional e
nem perderemos o gozo de viver mos como verdadeiros
cristãos, cheios de regozijo e bênçãos.

Quando estamos alegres, nossos dias são floridos e
perfumados. Quando estamos tristes, não conseguimos sequer
ver o brilho das estrelas. Quando estamos alegres, os pingos
da chuva parecem entoar canções maviosas. Quando estamos
tristes, até os raios de sol se mostram opacos e
enegrecidos. O ódio e o rancor tornam nossos dias sempre
tristes e os nossos ossos começam a secar pela falta do
elixir da alegria chamado "amor".

Não quero que meus ossos sequem. Não quero ter a alma
conturbada e melancólica. Não quero que outras pessoas
controlem o meu coração e a minha felicidade. Eu quero
perdoar, quero esquecer, quero viver em paz com todos. Queroviver dias de puro prazer e alegria.

Eu quero o amor de Deus. Eu quero o Deus vivo comigo, eu
quero ser completamente feliz!

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!