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25 outubro 2007

Mais Do Que Visitantes De PalXcios

Mais Do Que Visitantes De Palácios
 
"Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo" (Mateus 25:34).
 
Era comum aos nobres de mais alta posição na Espanha, receber do rei, como sinal de honra, uma chave que colocavam no cinto. Ela lhes dava o direito de entrar no palácio real a qualquer hora. A nossa Bíblia é uma chave de ouro que abre, a todos que a possuem, a casa do tesouro do Rei dos reis.
 
Que locais temos frequentado durante nossa vida aqui no mundo? Como desesperançados, temos caminhado pelas ruas da incerteza? Costumamos nos assentar no banco da praça do conformismo e da dúvida? Encostamo-nos junto à porta da aflição e da inquietude? Julgamo-nos incapazes de correr pelas campinas do regozijo e beber da fonte do refrigério e da alegria?
 
Às vezes nos classificamos como pobres e sem direito de sonhar com as maravilhas que somente os nobres podem desfrutar. Aceitamos a nossa debilidade e nos conformamos com a nossa situação. Mas, não deve ser assim. Somos os mais nobres dentre todos os nobres. Somos mais do que visitantes de palácios. Somos filhos do Rei dos reis! Somos herdeiros dos Céus! Podemos entrar e permanecer na presença do Senhor de todo o universo quantas vezes e por quanto tempo desejarmos. Temos a Palavra de Deus que nos garante tal privilégio. Temos mais do que uma chave no cinto -- temos as portas sempre abertas para entrar e sentar aos pés do nosso Deus.
 
Não temos motivo algum para nos queixar ou lamentar. Temos as janelas dos Céus abertas para nós. Temos a promessa do suprimento de todas as necessidades. Temos o Médico dos médicos para curar nossas enfermidades físicas e espirituais. Temos o melhor Amigo que qualquer pessoa poderia ter.
 
A vida com Jesus é maravilhosa! Sorria... cante... seja feliz!
 
Paulo Roberto Barbosa.
Um cego na Internet!
 
Paulo Adriano Rocha
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22 outubro 2007

Lave seu Sofrimento com as Lágrimas da Esperança!

 
 
 
 
 
 
 

 

"Com lágrimas se consumiram os meus olhos,
turbada está a minha alma, e o meu coração se derramou de
 angústia por causa da calamidade da filha do meu povo; pois
desfalecem os meninos e as crianças de peito pelas ruas da cidade" 
( Livro das Lamentações  do Profeta Jeremias 2.11)
 
             O livro das "Lamentações de Jeremias" é um relato do olhar do profeta para a cidade de Jerusalém, assolada, destruída e com cheiro de morte; situação causada pelo  desterramento de boa parte de sua população para a Babilônia.

              O livro das "Lamentações de Jeremias" é esse olhar para o sofrimento, numa tentativa de tentar compreende-lo e, ao mesmo tempo, harmonizar a sua realidade diante da fé.

Compreender o sofrimento é uma tentativa constante dos seres humanos em todas as eras e em todos os lugares. C. S. Lewis escreveu que "O erro e o pecado são um mal mascarado; o sofrimento é um mal às claras, indiscutível. Todo homem sabe que algo está errado quando sente dor".[1].

É justamente a anormalidade do sofrimento que nos traz os mais tenebrosos questionamentos. Há momentos na vida que o céu parece estar longe demais e a terra não pode ser sentida sob os pés. Que o nosso olhar não consegue vislumbrar absolutamente nada à frente, e nem nossas palavras conseguem expressar. Nossos conhecimentos não explicam, nossa fé parece ser pequena demais, nossos credos, doutrinas e chavões até então cridos como verdades inflexíveis, parecem perder o sentido. Não há como pensar ou falar, tão somente 'sentimos a dor'.

Diante do sofrimento podemos reagir de muitas maneiras:

1. indiferença:

Numa sociedade voltada para o consumo e para o bem-estar pessoal, a indiferença frente ao sofrimento dos outros é quase sempre a primeira alternativa a ser seguida.

Mark Twain, "É muito fácil lidar com a adversidade. Com a dos outros, especialmente". [2]

Jeremias sentiu o sofrimento da cidade! Jeremias chorou a dor da cidade! Jeremias questionou a Deus pelo sofrimento da cidade. Jeremias orou a Deus para que consolasse os aflitos e angustiados da cidade. Jeremias sabia que somente Deus poderia consolar a dor daqueles que sofriam.

Como temos reagido frente ao sofrimento dos outros?

Jesus ensina-nos a reagir frente ao sofrimento dos outros...  As palavras compaixão e misericórdia, são freqüentemente utilizadas para as ações de Jesus frente aos que sofriam. Precisamos pedir a Deus que encha nosso coração de compaixão por este mundo que sofre! O egoísmo, o amor a si mesmo, e a indiferença, a preocupação somente com o que me é próprio, são as marcas do inferno; mas o amor, a marca do Reino de Deus, nos faz voltar nossos olhos ao próximo e estender-lhes as mãos!

 

[1] O problema do sofrimento. São Paulo, Mundo Cristão, 1983, p. 67

[2] apud SWINDOLL, Charles.  O Mistério da Vontade de Deus.   São Paulo, Mundo Cristão. 2001, p. 14.

2. Revolta.

Jeremias não se deixa dominar pela indiferença, mas tampouco pela revolta. A rebeldia pode ocupar nosso coração se nossa visão sobre Deus for distorcida ou nosso conhecimento sobre Ele for superficial.

A revolta é a rebelião contra aquele que está no poder, ou que detém o poder. Diante do sofrimento muitos permitem que a revolta ocupe lugar no coração. A revolta contra Deus é, em suma, o sentimento que nasce por se considerar Deus impotente e, ou, indiferente.  

Jeremias não se revolta contra Deus. Ele fica indignado com o sofrimento, mas não fica indignado com Deus.

O que Jeremias faz?

3. Jeremias lava seu sofrimento nas lágrimas da esperança (leia Jeremias 3.19-25).

Jeremias vai de encontro ao sofrimento, mas percebe que o olhar para o sofrimento pode secar a fé no coração. Sem Deus, o sofrimento torna-se absoluto. Mas a fé em Deus, é a certeza que não há outro absoluto senão Ele mesmo, (vs. 17-18).

Jeremias torna as suas lágrimas de indignação pelo sofrimento em lágrimas de esperança. Não é o soluço do rebelde e desesperado, mas o pranto do que crê e, por isso, espera em Deus.

Esta é a mesma experiência de Jó. O livro de Jó conta o caminho da revolta à esperança.

 

                "Na fé cristã, a angústia não nos separa de Deus, mas ao contrário nos conduz a uma comunhão mais profunda com Deus. A fé cristã em Deus é essencialmente comunhão com Cristo, e a comunhão com Cristo é essencialmente a comunhão com o Cristo que foi tentado e que sofreu e se sentiu abandonado. Em sua própria angústia, o homem participa na angústia de Cristo, pois Cristo em seus sofrimentos passou pelos mesmos sofrimentos e angústias que afetam os seres humanos"

                "Por isso, na espiritualidade cristã, Cristo crucificado sempre serviu de consolo na angústia e no medo. E, certamente, não precisamente porque Cristo, como Filho de Deus, pode viver essencialmente livre da angústia e incapaz de sofrer, mas sim precisamente por causa da  sua 'angústia e seu castigo' (...) Isto se expressa de um modo impressionante naqueles versos de Paul Gerhardt: 'Quando meu coração se encontra/ na angústia mais profunda/  livra-me das angustias/por tua angustia e teu tormento"[1].

                                            

Ézio Martins de Lima, Rev. 

Igreja Presbiteriana Independente Central de Brasília - DF



[1] MOLTMANN, Jürgen,  Experiencias de Dios.  Salamanca, Sigueme, 1983, p. 68.

 

Oração e Aconselhamento.- Testemunho   
         
  
 
    Designer - Eveline          

                   
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


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15 outubro 2007

Confiando Na Sabedoria Do Pai

Confiando Na Sabedoria Do Pai
 
"... mas a Deus tudo é possível" (Mateus 19:26).
 
Um jovem emprestou 500 dólares a um amigo que morava em uma
outra cidade sem que este assinasse qualquer documento
comprovando o recebimento do dinheiro. O tempo passou e o
jovem precisou da quantia. Só então percebeu que estava
diante de uma situação complicada. Ele não sabia o que
fazer, pois, não tinha como comprovar a dívida. Desesperado
ele procurou seu pai para falar sobre o assunto. Após alguns
minutos de reflexão, o pai lhe respondeu: "Isso é fácil de
resolver. Escreva para ele e diga que está precisando dos
1.000 dólares que lhe emprestou." O jovem então disse ao
pai: "Você quer dizer 500 dólares." "Não," falou o pai.
"Você dirá 1.000 dólares e ele imediatamente irá escrever de
volta dizendo que só deve 500 dólares. Então você terá o
comprovante, por escrito, de seu empréstimo."
 
Se um pai terrestre pode ser inteligente o suficiente para
traçar um plano para resolver um problema, imagine as
possibilidades disponíveis para o Pai divino. Deus é a fonte
de toda sabedoria verdadeira.
 
Muitas vezes nos vemos diante de problemas que julgamos não
terem solução. Ficamos aflitos, angustiados, perdemos a
alegria e deixamos cair o semblante. O que esquecemos, às
vezes, é de que temos um Pai amoroso e sábio, perfeito na
solução de qualquer problema. Afinal, "tudo é possível para
Deus."
 
Quantas vezes já lemos isso? E, mesmo que não tenhamos lido,
certamente já ouvimos alguém falar a respeito. E que valor
temos dado a essa grande verdade? Ela tem sido apenas um
texto lido e decorado ou tem movido a nossa fé? Deixamo-nos
abater pelas circunstâncias adversas ou regozijamo-nos na
confiança de que Deus nos ajudará a resolver todos os
problemas?
 
Entregue todas as suas lutas nas mãos do Senhor. Ele tem
todas as soluções. Ele lhe dará vitória!
 
Paulo Roberto Barbosa.
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07 outubro 2007

PAZ

PAZ
(Sérgio Lopes)

Alguém disse que a paz está longe demais
Anda pelas montanhas, no campo ou nas ilhas
Onde não há folhinha, pra marcar os dias
E o tempo parece ter estacionado num tempo tão puro
é provável que lá realmente haja paz
Mas é a paz do silêncio, da brisa e da calma...
Mas eu falo da paz que refresca a alma
E que mesmo lá dentro da selva de pedra me traz tanta calma!
 
Essa paz eu encontro
Se fecho os meus olhos e oro assim.
E Jesus vem chegando
E eu vou mergulhando numa paz sem fim...
 
 
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou..." (Jesus Cristo)
 
Paulo Adriano Rocha
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