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13 junho 2012

JOGOS VORAZES E O GOVERNO DO ANTICRISTO

Esse ano eu assisti o JOGOS VORAZES, o filme é sem gracinha, excessivamente brutal e a produção não é lá essas coisas todas, mas é um filme que não me sai da cabeça. Na realidade eu não me lembro de quase nada do filme, exceto a base da história, mas o que me chamou mais a atenção mesmo é que ele é uma espécie de analogia ao governo do Anticristo nos últimos dias da história da humanidade como a conhecemos hoje, especialmente por conta das lições que estamos estudando esse trimestre na Escola Dominical.
Como se pode entender pela Bíblia, o Anticristo é o líder que governará o planeta após o arrebatamento da Igreja. Ele é o cavaleiro do cavalo branco que sai do primeiro selo lá em Ap 6:2. Seu governo, apesar de pregar a paz, também trará consigo a guerra. Nesse tempo, o mundo será dividido em dez regiões e governado por sete chefes de estado, dos quais o Anticristo será o principal (Ap 13:1; Dn 7:24), a capital do seu governo será conhecida como Babilônia (embora o nome não signifique que seja literal) e seu palácio ficará em algum lugar entre o Mediterrâneo e o Monte Sinai (Dn 11:45). Apesar de parecer um governo de prosperidade, será um tempo de fome, peste, guerra e dos flagelos de Deus sobre a terra, ou seja, não será nada fácil.
E o que isso tem a ver com JOGOS VORAZES. Bem, no filme - que é baseado numa trilogia de livros escritos por Suzanne Collins - a América do Norte foi devastada pela guerra e agora há um país chamado PANEM (Pan é um prefixo que dá ideia de mundo), dividido em doze distritos, dos quais alguns vivem em extrema pobreza, mas a Capital - como é chamada - vive em exuberância e opulência. Para que os distritos não queiram se rebelar - novamente - contra a Capital foram instituídos os Jogos Vorares, nos quais dois ADOLESCENTES de cada distrito são escolhidos como "tributos" para se degladiarem até a morte, até que só reste um. Vejam só que coisa "linda": adolescentes lutando até a morte para satisfazer o quê? As emoções dos espectadores. Sim, porque os jogos são transmitidos ao vivo para todos os distritos como qualquer reality show desses que se tem hoje em dia. E esses espectadores ficam apostando, torcendo para ver quem ganha.
Agora, pense comigo: se hoje a humanidade já se vê despertando o pior do ser humano, como será naqueles dias, quando o inimigo de Deus e do homem estiver governando para destruir toda obra da criação de Deus, inclusive - e principalmente - o homem?
Naquele período é que haverá jogos mortais para a glória do Anticristo! Embora alguns lugares conheçam glória e opulência, muitos países do mundo estarão a mendigar o pão, pessoas cada vez mais egoístas, cada vez mais no "cada um por si". Vai ser um período muito difícil para o mundo.
A Bíblia nos mostra que quando da morte das duas testemunhas (Ap 11) "os que habitam sobre a terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão; e mandarão presentes uns aos outros, porquanto estes dois profetas atormentaram os que habitam sobre a terra." (v. 10), imagine na perseguição e morte dos cristãos e judeus daquela época? Em DEIXADOS PARA TRÁS, LaHaye e Jenkins demonstram bem como vai ser essa época de trevas.
É incrível e muito triste perceber como o mundo está sendo preparado para esses dias e as pessoas não enxergam.
Se você está lendo isso agora, por favor, leia a Bíblia. Procure enxergar nela o plano de Deus para a humanidade, o que ela fala sobre os últimos dias e veja se ela não está se cumprindo agora aos nossos olhos! Jesus é o caminho, a verdade, a vida e a salvação. Entregue sua vida a Ele enquanto é tempo, porque o tempo se finda.
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Paulo Adriano Rocha
NINGUÉM PODE TE AMAR COMO JESUS TE AMA!
www.jograis.com
http://abibliaeeu.blogspot.com
www.paulo2907.multiply.com


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Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
acredita-se estar livre de perigo.

03 junho 2012

NA VEJA 1 - Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”

Leia trecho da entrevista que o pastor Silas Malafaia concede a Pedro Dias Leite, nas “Páginas Amarelas” da VEJA desta semana. A íntegra está na edição impressa da revista.
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Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que congrega cerca de 8 500 pastores de quase todas as denominações evangélicas, o pastor Silas Mala-faia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas e o que enxerga como aumento dos privilégios dos homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: “Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores”.
(…)
A que o senhor atribui o crescimento do número de evangélicos no Brasil?
O Evangelho não é algo litúrgico, para ser dissecado em um culto de duas horas. A grandeza do Evangelho está no fato de ser algo que pode ser praticado. A Bíblia é o melhor manual de comportamento humano do mundo. As igrejas evangélicas têm pregado uma mensagem de grande utilidade para a vida das pessoas também depois do culto. Esse é o grande segredo. De que adianta eu fazer o meu fiel ficar duas horas dentro de um templo se, quando aquilo acaba, nada muda nas relações dele com a família, com o trabalho e na vida social? Nós pregamos uma mensagem que condiciona a prática da pessoa no seu dia a dia. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância”. Ele fala da vida terrena nessa passagem.
(…)

A ênfase dos pastores em arrecadar dinheiro dos fiéis não é muito suspeita?
Existe um preconceito miserável em relação aos evangélicos, que costumam ser descritos como bandos de idiotas, tapados, semianalfabetos, manipulados por espertalhões dedicados a arrancar tudo o que querem deles. Engana-se quem os enxerga assim. Manipulação e exploração existem em todo lugar. Tem muito bandido por aí. Mas esses malandros não conseguem segurar o povo. A distância que me separa de um Edir Macedo, por exemplo, vai do Brasil à China, mas é um erro achar que todo mundo que dá dinheiro à igreja dele, a Universal, é imbecil ou idiota. Claro que não é. A pessoa doa porque se sente abençoada, porque se libertou da bebida, vício que consumia todas as economias dela e que a deixava sem condições até de pagar a conta de luz. Ninguém é obrigado a ofertar. Mas, se quer ser membro, se quer pertencer ao grupo, tem de ajudar. Estou construindo uma igreja linda, com ar-condicionado central, ao custo de 4 milhões de reais. Ela será paga com ofertas dos fiéis, pois, obviamente, não vai descer um anjo do céu e dizer “Malafaia, está aqui um cheque de Jeová, preencha e deposite”. Quem critica os pastores deveria mesmo é agradecer às igrejas evangélicas. Desafio qualquer um a me apresentar uma entidade que recupere mais pessoas do que as igrejas evangélicas.
(…)

Tem muita gente pragmática que já chega à igreja acreditando que vai aprender como subir na vida?
Tem, mas, se o objetivo fosse apenas subir na vida, não teria rico na igreja. Na minha tem gente pobre, mas também tem desembargadores, membros do Ministério Público, doutores, empresários. Mas dinheiro não é tudo. Se fosse, rico não daria tiro na cabeça, não tomaria remédio de tarja preta. Mesmo que muita gente pense que não deu certo na vida porque Deus não quis, a lógica de buscar amparo em uma igreja não é essa. A pessoa que transfere suas incompetências para Deus está equivocada. Quando um fiel me procura e pede “pastor, ore por mim porque o diabo está roubando as minhas finanças”, eu mando parar com conversa fiada. Se uma pessoa sempre gasta mais do que ganha, a culpa é dela mesma. Não pensem que Deus vai ficar cuidando das pessoas como se elas fossem bebês.
(…)

A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso foi contundente. Mas influir em leis é papel de um religioso?
Se não fosse assim, a casa tinha caído. Essa lei é a lei do privilégio. O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba de governo, de estatais, é o joguinho deles. Homofobia é uma doença. Ódio aos homossexuais, querer matá-los ou agredi-los é uma doença. Agora, opinião não é homofobia.  (…). A lei que estão propondo é uma lei da mordaça. Se não aprendermos a respeitar a liberdade de expressão, será melhor mandar fechar a conta para balanço.
(…)

Qual a sua posição sobre o projeto que propõe a descriminação do uso de drogas e que deve chegar ao Congresso ainda neste mês?
Espero que o Senado e a Câmara joguem no lixo essa porcaria. Perderam o juízo. Não existe lógica em liberar o consumo de drogas e penalizar o traficante. Então eu estou desconfiado de que vai vir um marciano vender drogas aqui, um intergaláctico. Olhe a hipocrisia!
(…)

Por Reinaldo Azevedo

Tags: descriminação das drogas, evangélicos, Lei da Homofobia, Silas Malafaia

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/na-veja-1-silas-malafaia-o-brasil-nao-e-homofobico-homofobia-e-uma-doenca/