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18 abril 2007

Os 40 dias de Cristo após a Ressurreição

 
 
 
 Evangelho de Lucas 24:43; Ev. de João 21:14;

 Atos dos Apóstolos 1:3; 1ªEpístola Coríntios 15:3,4

 

 

            Alguns, aliás, muitos, têm lançado dúvidas sobre a existência histórica de Jesus Cristo - Salvador dos cristãos. É comum, uma verdadeira mania, na época da Páscoa cristã surgirem fábulas sensacionalistas - meras falácias, que buscam inutilmente macular o caráter de Cristo, e enfraquecer a história da fé cristã. Por isso, para contrariar mesmo, resolvemos falar sobre os 40 dias após a ressurreição de Cristo. E para isso, registramos parte dos escritos de Flávio Josef, historiador judeu, não cristão (o cristianismo nasceu como um movimento carismático dentro do judaísmo, até d.C. 70), que viveu ainda no primeiro século (nasceu no ano 37 ou 38), e participou da guerra contra os romanos no ano 70:

"Foi naquele tempo (por ocasião da sublevação contra Pilatos que queria servir-se do tesouro do Templo para aduzir a Jerusalém a água de um manancial longínquo), que apareceu Jesus, homem sábio, se é que, falando dele, podemos usar este termo -- homem. Pois ele fez coisas maravilhosas, e, para os que aceitam a verdade com prazer, foi um mestre. Atraiu a si muitos judeus, e também muitos gregos. Foi ele o Messias esperado; e quando Pilatos, por denúncia dos notáveis de nossa nação, o condenou a ser crucificado, os que antes o haviam amado durante a vida persistiram nesse amor, pois Ele lhes apareceu vivo de novo no terceiro dia, tal como haviam predito os divinos profetas, que tinham predito também outras coisas maravilhosas a respeito dele; e a espécie de gente que tira dele o nome de cristãos subsiste ainda em nossos dias", (Flávio Josefo, História dos Hebreus, Antiguidades Judaicas, XVIII, III, 3 , ed. cit. p. 254). (1, pg. 311 e 3).

   

Por tanto, sendo Josefo incontestavelmente o maior historiador da época, não faz sentido qualquer um de nós negar a existência do Cristo histórico, negar a sua morte e ressurreição. Outrossim, é bom lembrar que a existência do Messias, além de dá sentido as nossas vidas, dividiu a história da humanidade em duas épocas - antes e depois d´Ele. Dá pra negar? O fato relevante é que nós cristãos não necessitamos de qualquer testificação histórica para crermos na Sua ressurreição, pois O temos ao nosso lado, dia a dia. Acima de tudo, a Sua ressurreição não foi uma mera restauração de corpo físico desfalecido, tirado da cruz e sepultado sob a guarda do império romano. Ressurreto pelo Pai, Cristo foi capaz de aparecer e a desaparecer, além de se mover de forma invisível de um lugar para outro. A ressurreição renovou o corpo do Salvador tornando-O plenamente glorificado e não mais sujeito à morte, nem a regras físicas.

 

Antes da Sua ascensão, "Jesus se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo aos seus discípulos durante 40 dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus", (Atos 1:3). As aparições comprovam a ressurreição, mas seus registros no Novo Testamento não pretendem ser uma lista completa. Há registro de dez encontros:

 

 -  No dia da ressurreição, a Maria Madalena (João 20: 10 a 14).

 - Às outras mulheres que tinham ido ao sepulcro com especiarias para ungir o corpo de Jesus (Lucas 24:10).

A Pedro, na tarde daquele mesmo dia (Mateus 28:7 a 10).

- Mais tarde, ainda nesse mesmo dia, aos dois discípulos no caminho de Emaús (Lucas 34:13 a 35);

-  Pouco mais tarde, aos dez discípulos, pois Tomé estava ausente, (Lucas 24:36 a 43).

- Oito dias mais tarde, aos onze, incluindo Tomé (João 20: 24 a 39).

-   A sete discípulos, junto ao mar de Tiberíades (João 21: 1,2); -   Posteriormente, a Tiago (1ª Coríntios 15:7).

-  Aos apóstolos e mais quinhentos irmãos (Mateus 28: 16 a 20)

10º -  Na ascensão (Lucas 24:44 a 53 e Atos 1: 3 a 12).

 

Lucas (24:43) registra que Jesus, após Sua ressurreição, comeu com seus discípulos. Demonstrou que podia comer, embora não precisasse. O ato de comer é apresentado como a demonstração conclusiva, dada por Cristo, como prova de que tinha corpo tangível, palpável. O teste da ingestão de alimentos foi crucial, porquanto todos haveriam de compreender que um espírito não tem necessidade de alimentos. Jesus comeu para convencer aos discípulos da realidade de Sua ressurreição corpórea, embora não tivesse de comer e nem esse ato fosse natural para a sua nova natureza.

 

"Sem a realidade da morte e da ressurreição de Jesus Cristo, não há cristianismo". Sem a ressurreição, a pregação do evangelho seria inútil e também, inútil a nossa fé. (1ª Coríntios 15: 14).

 

No primeiro dia da semana, o domingo, o "dia do Senhor", de madrugada, ecoou a grande notícia: Jesus ressuscitara! "Eis que um novo dia raia. Levantai-vos, pois, filhos da luz! Levantai-vos e cantai! Há um novo dia que raia, quando as nações de todo o mundo adorarão a Cristo, o Rei.".

 

Cristo vive!

 

Rev. Enoc Teixeira Wenceslau

Rev. Ricardo César Vasconcellos

Igreja Presbiteriana da Penha - Rio de Janeiro - RJ

Um Lugar de Misericórdia, Fonte de Graça e Vida. www.ipupenha.org.br

               

 
 
 
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